Vídeo mostra cabo da PM trocando placa de carro investigado após morte de policial do Denarc em Manaus
Bruno Everson Pinto dos Santos foi preso durante operação que apreendeu mais de uma tonelada de drogas.
- Um vídeo obtido pela Polícia Civil mostra o cabo da PM do Amazonas Bruno Everson trocando a placa de um carro ligado às investigações da morte do investigador do Denarc Luciano Carvalho de Sena.
- As equipes analisam quando a placa foi alterada e se há relação do veículo com suspeitos do confronto durante operação contra o tráfico no bairro Alvorada, em Manaus.
- Bruno Everson foi preso na sexta-feira (24) por porte ilegal de arma e adulteração de sinal identificador de veículo; também há um áudio atribuído a ele dizendo que drogas teriam sido colocadas no carro.
- A Polícia Civil também investiga outras informações sobre o caso, incluindo prisões e confrontos que resultaram em mortes, e fará coletiva na segunda-feira (27) para apresentar novos detalhes.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias Policiais – Um vídeo obtido pela Polícia Civil mostra o cabo da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) Bruno Everson Pinto dos Santos trocando a placa de um carro que passou a integrar as investigações relacionadas à morte do investigador do Denarc Luciano Carvalho de Sena, de 44 anos.
As imagens estão sendo analisadas para determinar quando ocorreu a mudança da placa e qual seria a relação do veículo com os investigados.
A Polícia Civil também apura se o automóvel possui ligação com suspeitos envolvidos no confronto ocorrido durante uma operação contra o tráfico de drogas no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste de Manaus.
A existência do vídeo, por si só, não estabelece eventual participação do cabo na morte do investigador. Essa possível relação ainda depende do avanço das investigações.
Por que o cabo Bruno Everson foi preso?
Bruno Everson foi preso na sexta-feira (24) durante uma operação realizada pelo Departamento de Investigação sobre Narcóticos.
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Na ação, segundo a Polícia Civil, as equipes apreenderam mais de uma tonelada de drogas, além de armas, munições e veículos.
O militar foi autuado por porte ilegal de arma de fogo e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.
As circunstâncias relacionadas aos demais materiais encontrados e a eventual participação de cada investigado ainda são objeto de apuração.
Polícia Militar investiga a conduta do cabo?
Sim. Paralelamente à investigação criminal, a Polícia Militar do Amazonas abriu uma sindicância para analisar a conduta do cabo dentro da corporação.
A PMAM informou que poderá adotar as medidas administrativas cabíveis conforme o avanço das apurações.
Dessa forma, o caso possui frentes distintas: a investigação conduzida pela Polícia Civil e a apuração administrativa dentro da Polícia Militar.
O que diz o áudio atribuído ao policial militar?
Outro elemento analisado pelos investigadores é um áudio atribuído ao cabo Bruno.
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Na gravação, o militar afirma que drogas teriam sido colocadas dentro do carro dele.
A Polícia Civil deverá confrontar essa versão com os materiais apreendidos, perícias, imagens e demais elementos reunidos durante a investigação.
A apuração também busca esclarecer a origem dos entorpecentes e quem utilizava os veículos relacionados à operação.
Como aconteceu a morte do investigador Luciano Carvalho de Sena?
Luciano Carvalho de Sena, de 44 anos, era investigador da Polícia Civil e estava lotado no Departamento de Investigação sobre Narcóticos.
Ele morreu após ser atingido durante um confronto no bairro Alvorada, na sexta-feira (24).
Segundo as informações policiais, a ocorrência aconteceu durante uma ação contra o tráfico de drogas.
Após a morte do investigador, as forças de segurança intensificaram as diligências para identificar e localizar os suspeitos envolvidos no confronto.
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O que aconteceu com Mayara Silva da Silva?
Mayara Silva da Silva foi apontada pela Polícia Civil como uma das suspeitas de participação na ocorrência.
Ela foi localizada e presa ainda na sexta-feira (24), na Zona Oeste de Manaus.
Após a prisão, Mayara foi encaminhada à Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), responsável pela investigação da morte do policial.
O que aconteceu com Rafael Pereira Freitas?
Rafael Pereira Freitas também era procurado pela Polícia Civil por suspeita de envolvimento no confronto.
Na manhã deste sábado (25), equipes do Denarc e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) localizaram Rafael no distrito de Novo Remanso, em Itacoatiara.
Segundo a versão apresentada pela Polícia Civil, ele teria reagido à abordagem e houve um novo confronto.
Rafael foi atingido e morreu. As circunstâncias dessa ocorrência também deverão ser documentadas e submetidas aos procedimentos de investigação e perícia previstos para casos de morte durante intervenção policial.
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O que a Polícia Civil ainda precisa esclarecer?
Com o avanço das diligências, a investigação passa a reunir diferentes elementos que precisam ser relacionados para reconstruir toda a ocorrência.
Entre os principais pontos que ainda deverão ser esclarecidos estão:
- a relação do veículo cuja placa aparece sendo trocada com os investigados;
- quando e por qual motivo a placa foi alterada;
- a eventual relação do cabo Bruno com os demais suspeitos;
- a origem das drogas apreendidas;
- quem utilizava os veículos investigados;
- a participação individual dos envolvidos no confronto que matou Luciano;
- a dinâmica completa da operação no bairro Alvorada.
Quando a Polícia Civil dará novos detalhes sobre o caso?
A Polícia Civil marcou uma coletiva de imprensa para segunda-feira (27), na sede da Delegacia Geral, em Manaus.
A expectativa é que a corporação apresente novos detalhes sobre as diligências realizadas desde a morte de Luciano Carvalho de Sena.
A coletiva também poderá esclarecer a relação entre as prisões, os veículos, as apreensões e os diferentes investigados que passaram a aparecer no decorrer da operação.
Investigação ganha novos desdobramentos no Amazonas
Desde a morte do investigador, o caso provocou uma sequência de operações em Manaus e no interior do estado.
O surgimento do vídeo envolvendo a troca da placa adiciona um novo elemento à investigação, mas ainda não permite concluir qual seria a relação do cabo da PM com o confronto que matou Luciano.
A coletiva marcada para segunda-feira deverá ser fundamental para separar quais fatos já foram confirmados pela investigação e quais hipóteses ainda permanecem sob análise.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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