Defesa de Fernando contesta prisão preventiva e diz não haver prova técnica de participação em crime contra crianças em Manaus
Advogado Ruan Cavalaro Belini afirma que prisão causou “surpresa” e sustenta que não foram encontradas imagens ilícitas nos celulares do investigado.
- A defesa de Fernando afirmou que a prisão preventiva decretada causou “surpresa” e disse que ainda não houve apresentação de provas técnicas ou elementos materiais que indiquem participação dele nos fatos investigados.
- Segundo o advogado, não foram encontradas imagens de conteúdo ilícito nos celulares de Fernando e ele contesta informações divulgadas por terceiros sobre supostos materiais extraídos dos aparelhos.
- Fernando nega participação e a defesa sustenta que a acusação pode decorrer de um conluio, além de criticar a divulgação do nome, imagem e informações de familiares durante a investigação em andamento.
- O caso tramita sob segredo de justiça; por isso, detalhes das provas não são públicos, e a defesa diz que vai buscar medidas judiciais para contestar a prisão e tentar sua revogação.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias do Brasil – A defesa de Fernando se manifestou publicamente após a decretação da prisão preventiva do investigado e afirmou que a decisão causou “surpresa” à equipe jurídica.
Em nota assinada pelo advogado Ruan Cavalaro Belini, a defesa sustenta que, até o momento, não teria sido apresentado elemento material ou prova técnica capaz de demonstrar a participação de Fernando nos fatos investigados.
O caso tramita sob segredo de justiça, o que limita o acesso público aos elementos reunidos durante a investigação.
A defesa diz que existem provas contra Fernando?
Segundo o advogado, não.
A defesa afirma que a medida cautelar estaria fundamentada essencialmente em declarações e sustenta que não existem, até o momento, mensagens, imagens ou conversas que demonstrem que Fernando tenha solicitado, incentivado ou participado da produção ou compartilhamento de conteúdo ilícito.
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Essa é a versão apresentada pela defesa. Como a investigação está sob sigilo, não é possível verificar publicamente a íntegra dos elementos considerados pela Justiça na decisão que determinou a prisão.
Foram encontradas imagens ilícitas nos celulares de Fernando?
A defesa afirma que não foram identificadas imagens de conteúdo ilícito nos aparelhos telefônicos pertencentes ao investigado.
O advogado também contesta informações que teriam sido divulgadas por terceiros sobre supostos materiais encontrados nos dispositivos.
Segundo a nota, não haveria, até o momento, prova técnica extraída dos aparelhos eletrônicos que vinculasse Fernando aos fatos investigados.
A existência ou inexistência desses elementos deverá ser estabelecida oficialmente a partir das perícias e demais provas constantes no procedimento.
Fernando nega participação nos fatos investigados?
Sim. Por meio do advogado, Fernando reafirma inocência e nega participação nos fatos.
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A defesa também alega que o investigado seria alvo de acusações decorrentes de um possível conluio entre pessoas com interesses pessoais contra ele.
O advogado afirma que essa hipótese será demonstrada no decorrer da investigação.
Até o momento, essa alegação representa uma tese apresentada pela defesa e dependerá de elementos que a sustentem no processo.
Por que a defesa critica a exposição do investigado?
Outro ponto levantado pelo advogado é a divulgação do nome, imagem e informações relacionadas aos familiares de Fernando.
A defesa argumenta que a exposição pública é preocupante diante do fato de a investigação ainda estar em andamento e não existir condenação.
“A divulgação sensacionalista dos fatos viola a presunção de inocência e provoca verdadeira condenação antecipada perante a opinião pública”, afirma a nota.
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O advogado também contesta informações que, segundo ele, estariam sendo divulgadas sem respaldo nos elementos da investigação.
O caso tem relação com documentos de outra investigação?
Segundo a defesa, não.
O advogado afirma que as informações divulgadas sobre Fernando não teriam relação com eventual quebra de sigilo ou documentos apreendidos em outra investigação.
A defesa também reitera que, conforme sua versão, não existe até o momento prova técnica obtida dos aparelhos eletrônicos que vincule o investigado às condutas atribuídas a ele.
Por causa do segredo de justiça, detalhes sobre as provas e diligências realizadas não estão disponíveis para consulta pública.
O que a defesa fará após a prisão preventiva?
O advogado informou que pretende adotar as medidas judiciais cabíveis para questionar a prisão.
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A defesa afirma confiar que a análise dos elementos presentes nos autos poderá resultar na revogação da prisão preventiva.
Também sustenta que espera demonstrar a inocência de Fernando no decorrer do procedimento.
A prisão preventiva é uma medida cautelar e não equivale a uma condenação. A eventual responsabilidade criminal somente poderá ser definida no decorrer do processo, com direito ao contraditório e à ampla defesa.
Investigação sob sigilo exige cautela com versões divulgadas
Como o procedimento tramita sob segredo de justiça, informações apresentadas publicamente por pessoas envolvidas no caso representam versões que precisam ser atribuídas às respectivas fontes.
A manifestação divulgada por Ruan Cavalaro Belini apresenta a posição da defesa de Fernando e contesta acusações e informações que teriam circulado sobre a investigação.
A apuração permanece em andamento e caberá às autoridades responsáveis e ao Poder Judiciário analisar as provas e definir os próximos passos do caso.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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