Idoso perde celular e tem mais de R$ 14 mil desviados após criminosos fazerem empréstimos e transferências via Pix em Manaus
Polícia Civil investiga como suspeitos conseguiram acessar o aplicativo bancário da vítima e realizar movimentações financeiras sem autorização.
- A Polícia Civil do Amazonas investiga fraude bancária em Manaus que causou prejuízo superior a R$ 14 mil a um idoso de 61 anos após ele perder o celular.
- Criminosos teriam contratado empréstimos no nome da vítima, feito transferências via Pix e solicitado um cartão de crédito, com movimentações não autorizadas.
- O desafio da investigação é entender como os suspeitos acessaram o aplicativo do banco, já que era necessário senha e o celular não usava reconhecimento facial; o caso também depende de informações do banco.
- A polícia orienta idosos e familiares a manter senhas em sigilo e acompanhar o uso de aplicativos bancários, especialmente após perda ou furto do celular.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

FOTO: AM POST
Notícias do Amazonas – A Polícia Civil do Amazonas investiga um caso de fraude bancária que causou um prejuízo superior a R$ 14 mil a um idoso de 61 anos, em Manaus. Após perder o celular, a vítima teve empréstimos contratados em seu nome, transferências via Pix realizadas para pessoas desconhecidas e até um cartão de crédito solicitado pelos criminosos.
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Idoso percebeu prejuízo após perder o celular
Segundo o delegado Adriano Félix, titular do 22º Distrito Integrado de Polícia (DIP), o caso aconteceu no dia 15 de julho, quando o idoso percebeu que havia perdido o celular.
A vítima informou à polícia que não sabe se o aparelho foi furtado dentro de um ônibus ou enquanto estava em uma unidade do Prato Cidadão.
Ao acessar a conta bancária posteriormente, constatou que criminosos haviam realizado diversas movimentações financeiras sem sua autorização.
Empréstimos e Pix causaram prejuízo
De acordo com a investigação, os suspeitos contrataram um empréstimo de R$ 8.028 e, no dia seguinte, outro no valor de R$ 4.939.
Além disso, foram realizadas três transferências via Pix para pessoas desconhecidas e uma compra de R$ 341, elevando o prejuízo para mais de R$ 14 mil.
Segundo a Polícia Civil, os valores foram enviados para pessoas identificadas inicialmente pelos prenomes Jonathan, Maria e Francisco, que agora serão investigadas para esclarecer a participação no caso.
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Polícia tenta descobrir como criminosos acessaram a conta
O delegado Adriano Félix afirmou que o principal desafio da investigação é entender como os criminosos conseguiram acessar o aplicativo do banco.
Segundo ele, o acesso exigia senha e o celular da vítima não utilizava reconhecimento facial.
A Polícia Civil também aguarda informações do banco para verificar como foram autorizadas as operações, incluindo a contratação dos empréstimos e a solicitação de um novo cartão de crédito.
Banco também apura o caso
Após registrar um boletim de ocorrência, o idoso procurou a instituição financeira, que abriu um procedimento interno para analisar as movimentações realizadas na conta.
As informações repassadas pelo banco deverão auxiliar a Polícia Civil na identificação dos responsáveis pela fraude.
Polícia faz alerta para idosos e familiares
Durante a coletiva, o delegado orientou que idosos mantenham suas senhas em sigilo e que familiares acompanhem de perto o uso de aplicativos bancários.
Segundo ele, o cuidado pode ajudar a evitar golpes semelhantes, principalmente após casos de perda ou furto de celulares.
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