Justiça torna sargento réu por morte de jovem em Manaus; família contesta soltura e quer incluir aluno-soldado no processo
Advogado dos familiares afirma que irá pedir nova prisão preventiva do policial e defende que aluno-soldado também responda por homicídio qualificado.
- A defesa da família do jovem morto em abordagem policial voltou a criticar a decisão que colocou em liberdade um sargento acusado de participação no crime.
- O advogado informou que o sargento já virou réu, e que vai pedir nova prisão preventiva e também incluir um aluno-soldado entre os denunciados.
- A defesa afirma que o Ministério Público denunciou o militar por homicídio qualificado e porte ilegal de arma, contestando justificativas sobre o uso da arma e citando laudos e imagens.
- Também foi relatado que familiares sofreram perseguições e intimidações durante a investigação, e que o Ministério Público apura o caso em sigilo.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

FOTO: AM POST
Notícias de Manaus – A defesa da família do jovem morto durante uma abordagem envolvendo policiais militares voltou a criticar a decisão que colocou em liberdade um sargento da Polícia Militar acusado de participação no crime. Em coletiva de imprensa, nesta quinta-feira (30), o advogado dos familiares informou que o policial já se tornou réu na ação penal e anunciou que pedirá uma nova prisão preventiva, além de buscar a inclusão de um aluno-soldado entre os denunciados.
Família critica decisão que colocou policial em liberdade
Segundo o advogado, a soltura do sargento causou indignação entre os familiares da vítima.
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Ele afirmou que a decisão judicial teve como um dos fundamentos a ausência de manifestação do Ministério Público dentro do prazo sobre um pedido de revogação da prisão apresentado pela defesa do militar.
Apesar da liberdade concedida, o sargento continua respondendo ao processo criminal.
Ministério Público denunciou sargento
Conforme a defesa da família, o Ministério Público denunciou o policial pelos crimes de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Durante a coletiva, o advogado também contestou a justificativa apresentada inicialmente sobre o uso da arma. Segundo ele, uma apuração interna da Polícia Militar teria apontado que o militar chegou ao serviço antes do horário previsto, contrariando a versão de que utilizou uma arma não registrada por ter chegado atrasado.
Defesa quer incluir aluno-soldado como réu
Outro ponto questionado pelos familiares é o pedido de arquivamento da investigação em relação ao aluno-soldado que acompanhava o sargento no momento da ocorrência.
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Segundo o advogado, laudos periciais e imagens de câmeras de segurança indicariam elementos suficientes para que ele também responda pelo crime.
A defesa afirmou que solicitará um aditamento da denúncia para que ambos sejam processados por homicídio qualificado.
Novo pedido de prisão será apresentado
O advogado informou ainda que, após ser formalmente habilitado como assistente de acusação no processo, solicitará novamente a prisão preventiva do sargento.
Entre os argumentos apresentados está o fato de o militar já possuir condenações anteriores por outro processo, circunstância que, segundo a defesa da família, reforça a necessidade da medida cautelar.
Ministério Público investiga supostas intimidações
Durante a coletiva, a defesa também afirmou que familiares da vítima relataram perseguições e intimidações ao longo das investigações.
Segundo o advogado, essas denúncias foram encaminhadas ao Ministério Público, que conduz uma apuração em sigilo sobre o caso.
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