Águas de Manaus tem multa de R$ 313 mil mantida por falhas em obras de esgotamento sanitário
Conselho Municipal rejeitou recurso da concessionária e confirmou penalidade aplicada pela Ageman por irregularidades em obras.
- O Conselho Municipal de Regulação e Fiscalização (CMR) manteve a multa de R$ 313 mil aplicada pela Ageman à concessionária Águas de Manaus.
- A decisão ocorreu após análise de recurso administrativo contra o Auto de Infração nº 011/2025, rejeitando os argumentos da empresa e confirmando a penalidade integralmente.
- As irregularidades foram identificadas na implantação da rede de esgotamento sanitário, com falhas e descumprimentos contratuais em áreas como Rua Rio Purus, trecho entre Ruas Amapá e Dr. Thomas, Conjunto Vieiralves e bairro Nossa Senhora das Graças.
- O CMR atua como instância administrativa de segunda análise, garantindo contraditório e ampla defesa, e a manutenção da multa reforça a exigência de cumprimento dos padrões contratuais para proteger a infraestrutura e os serviços aos consumidores.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: diulgação
Notícias de Manaus O Conselho Municipal de Regulação e Fiscalização (CMR) manteve a multa de R$ 313 mil aplicada pela Agência Reguladora dos Serviços Públicos Delegados do Município de Manaus (Ageman) contra a concessionária Águas de Manaus.
A decisão foi tomada durante a primeira reunião extraordinária do colegiado, que analisou o recurso administrativo apresentado pela empresa contra o Auto de Infração nº 011/2025.
Após a análise, o conselho decidiu manter integralmente a penalidade.
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Quais irregularidades foram encontradas
Segundo a Ageman, a multa foi aplicada após a fiscalização identificar falhas e descumprimentos das obrigações contratuais durante a implantação da rede de esgotamento sanitário.
As irregularidades foram registradas na:
- Rua Rio Purus;
- Trecho entre as ruas Amapá e Dr. Thomas;
- Conjunto Vieiralves;
- Bairro Nossa Senhora das Graças, zona Centro-Sul de Manaus.
De acordo com a agência reguladora, as inconformidades violaram as exigências previstas no contrato de concessão firmado com a empresa.
O que decidiu o Conselho Municipal
Ao rejeitar o recurso da concessionária, o CMR considerou que o processo administrativo foi conduzido dentro dos critérios legais e técnicos.
Com isso, o colegiado confirmou a validade do auto de infração e manteve a sanção financeira aplicada pela Ageman.
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Segundo o diretor-presidente da Ageman e presidente do Conselho, Ebenezer Bezerra, a decisão reforça o compromisso da agência com a fiscalização dos serviços públicos.
“O conselho analisou criteriosamente todos os argumentos apresentados pela concessionária e concluiu que a atuação da Ageman ocorreu dentro dos parâmetros legais e técnicos. A manutenção da penalidade reafirma que as concessionárias devem cumprir rigorosamente suas obrigações contratuais”, afirmou.
Qual é o papel do Conselho de Regulação
O Conselho Municipal de Regulação e Fiscalização é responsável por julgar, em segunda instância administrativa, os recursos contra decisões da Ageman.
O colegiado é formado por oito integrantes, incluindo representantes:
- da sociedade civil;
- do Poder Executivo;
- do Poder Legislativo;
- dos usuários dos serviços públicos;
- dos operadores dos serviços delegados;
- da presidência da Ageman.
O objetivo é garantir o contraditório, a ampla defesa e a transparência nas decisões relacionadas aos serviços públicos concedidos pelo município.
O que a decisão representa para os consumidores
A manutenção da multa demonstra que decisões da agência reguladora podem ser revisadas por um órgão colegiado, mas somente são modificadas quando há fundamento legal ou técnico.
Para os consumidores, a decisão reforça a obrigação de as concessionárias cumprirem os padrões de qualidade previstos no contrato de concessão, especialmente em obras que impactam diretamente a infraestrutura urbana e o sistema de esgotamento sanitário da capital.
As obras de expansão da rede de esgoto têm provocado intervenções em diversas vias da cidade, principalmente em bairros da zona Centro-Sul. Em casos de transtornos prolongados, danos à pavimentação ou problemas relacionados aos serviços executados, moradores podem registrar reclamações junto à Ageman, que é responsável por fiscalizar o cumprimento do contrato de concessão.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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