Homem é preso suspeito de pagar para praticar zoofilia contra animais em Manaus
Suspeito foi preso em flagrante no bairro Redenção.
- Homem foi preso em flagrante na manhã de quinta-feira (30) no bairro Redenção, zona Centro-Oeste de Manaus, suspeito de zoofilia contra animais de grande porte.
- A investigação da Polícia Civil do Amazonas começou após denúncias enviadas à Comissão de Proteção aos Animais da Assembleia Legislativa do Amazonas (Cpama-Aleam).
- Segundo a apuração, o suspeito monitorava plataformas digitais para encontrar animais e oferecia dinheiro aos tutores para “alugá-los”, com conversas em aplicativos servindo de base; durante a abordagem, ele confessou.
- Após a prisão, o homem foi levado à Dema, e as investigações seguem para apurar possível participação de outras pessoas e eventual esquema criminoso.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: Reprodução
Notícias Policiais – Um homem foi preso em flagrante na manhã desta quinta-feira (30), no bairro Redenção, zona Centro-Oeste de Manaus, suspeito de praticar o crime de zoofilia.
A ação foi realizada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) após denúncias encaminhadas à Comissão de Proteção aos Animais da Assembleia Legislativa do Amazonas (Cpama-Aleam).
PUBLICIDADE
Segundo a investigação, as informações recebidas permitiram o início das diligências que culminaram na prisão do suspeito.
Como o suspeito agia?
De acordo com a Polícia Civil, o investigado monitorava plataformas digitais em busca de animais de raça e de grande porte.
Ainda conforme a investigação, ele oferecia quantias em dinheiro aos tutores dos animais sob o pretexto de alugá-los.
Conversas obtidas por meio de aplicativos de mensagens embasaram a investigação policial. Segundo a PC-AM, durante a abordagem o homem confessou a prática criminosa.
Para onde o suspeito foi levado?
Após a prisão em flagrante, o homem foi conduzido à Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema), onde foram realizados os procedimentos legais.
O caso também contou com o acompanhamento institucional da Comissão de Proteção e Bem-Estar Animal (Compets) da Câmara Municipal de Manaus.
A investigação prossegue para apurar se há participação de outras pessoas e esclarecer todas as circunstâncias do caso.
O que disseram as autoridades?
A deputada estadual Joana Darc (União Brasil), presidente da Comissão de Proteção aos Animais da Assembleia Legislativa, afirmou que há suspeitas de que o caso possa estar relacionado a um esquema criminoso mais amplo.
PUBLICIDADE
Segundo a parlamentar, as investigações deverão esclarecer se outras pessoas participavam das práticas investigadas.
Em nota conjunta, o vereador Aldenor Lima (União Brasil), presidente da Comissão de Proteção e Bem-Estar Animal da Câmara Municipal de Manaus, classificou o caso como grave e destacou a importância das denúncias para o combate aos crimes contra animais.
Quais são as punições previstas?
Além das responsabilidades previstas na legislação penal, o caso poderá ter desdobramentos com base na Lei Estadual nº 7.644/2025, conhecida como Lei da Bestialidade.
A norma prevê multas administrativas de R$ 5 mil por animal vitimado, além da perda da guarda dos animais eventualmente pertencentes ao infrator, sem prejuízo das sanções criminais previstas na legislação federal.
A eventual aplicação dessas penalidades dependerá da apuração dos fatos e das decisões das autoridades competentes.
Como denunciar maus-tratos contra animais?
Casos de maus-tratos e violência contra animais podem ser denunciados de forma anônima pelos canais oficiais:
- Secretaria de Estado de Proteção Animal (Sepet): (92) 98127-0039;
- Central de Atendimento da deputada Joana Darc (WhatsApp): (92) 98145-1111.
Também é possível comunicar ocorrências à Polícia Civil e aos demais órgãos de proteção animal.
Investigação continua
A Polícia Civil informou que as investigações seguem em andamento para verificar se o suspeito agia sozinho ou se integrava uma possível rede criminosa. O homem responderá ao processo com direito ao contraditório e à ampla defesa, conforme prevê a legislação brasileira.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos







