GRAVE: PCC e Comando Vermelho usam programas do Governo Federal para aplicar golpes e roubar dinheiro via Pix, aponta TCU
Auditoria identificou que criminosos criaram páginas falsas de programas como Desenrola Brasil e Voa Brasil para enganar vítimas e desviar pagamentos.
- O TCU identificou que facções como PCC e CV estariam usando programas do Governo Federal para aplicar golpes na internet, com páginas falsas que imitam iniciativas oficiais.
- Serviços como Desenrola Brasil e Voa Brasil teriam suas identidades visuais copiadas para induzir usuários a fornecer dados pessoais ou fazer pagamentos.
- A auditoria aponta que mais de 80% dos anúncios fraudulentos analisados usavam logotipos oficiais e inteligência artificial para aumentar a credibilidade das fraudes.
- As vítimas eram direcionadas a páginas clonadas para pagamentos via Pix ou coleta de dados, e os valores seriam destinados a contas ligadas às organizações criminosas.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

FOTO: Reprodução
Notícias do Brasil – Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), estariam utilizando programas do Governo Federal para aplicar golpes na internet. Segundo o relatório, páginas falsas imitando iniciativas oficiais foram usadas para capturar dados pessoais e desviar pagamentos feitos por vítimas.
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Sites clonados imitavam programas oficiais
De acordo com a auditoria, programas como o Desenrola Brasil e o Voa Brasil tiveram suas identidades visuais copiadas por criminosos.
Os golpistas criavam sites falsos semelhantes aos oficiais para induzir usuários a fornecer informações pessoais ou realizar pagamentos acreditando estar acessando serviços do governo.
Golpes usavam inteligência artificial
O TCU informou que mais de 80% dos anúncios fraudulentos analisados utilizavam logotipos oficiais e recursos de inteligência artificial para aumentar a credibilidade das páginas falsas.
Segundo a auditoria, essa estratégia dificultava que as vítimas identificassem a fraude.
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Dinheiro era enviado para contas ligadas ao crime
Ainda conforme o Tribunal de Contas da União, as vítimas eram direcionadas para páginas fraudulentas, onde efetuavam pagamentos via Pix ou informavam dados pessoais.
A auditoria aponta que os valores pagos eram destinados a contas associadas às organizações criminosas investigadas.
O relatório reforça a necessidade de ampliar mecanismos de fiscalização e de conscientização da população para evitar novos golpes envolvendo programas públicos.
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