URGENTE: MP faz nova operação contra esquema de agiotagem e cumpre mandados em Manaus e Benjamin Constant
Investigação apura suspeitas de empréstimos ilegais com juros abusivos, extorsão e lavagem de dinheiro; celulares, documentos e valores estão entre os alvos das buscas.
- O Ministério Público do Amazonas (MPAM), via Gaeco, deflagrou a 2ª fase da Operação Usura – Juros Sobre Juros, com oito mandados de busca e apreensão (sete em Manaus e um em Benjamin Constant).
- A investigação apura um suposto esquema de empréstimos ilegais com juros abusivos, iniciado após denúncia de uma vítima que relatou ameaças após não conseguir quitar a dívida.
- Há indícios de crimes como agiotagem (usura pecuniária), extorsão e lavagem de dinheiro, com movimentação de valores e uso de contas de terceiros para ocultar beneficiários.
- Os alvos incluem celulares, computadores, documentos, contratos, comprovantes financeiros, valores sem origem comprovada e outros materiais; a 1ª fase anterior teve prisões, buscas e bloqueio de contas.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Foto: Hirailton Gomes
Notícias do Amazonas – O Ministério Público do Amazonas (MPAM), por meio do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou na manhã desta sexta-feira (31) a segunda fase da Operação Usura – Juros Sobre Juros. A ação cumpriu oito mandados de busca e apreensão, sendo sete em Manaus e um em Benjamin Constant, para investigar um suposto esquema de empréstimos ilegais com cobrança de juros abusivos.
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Investigação começou após denúncia de vítima
Segundo o MPAM, a investigação teve início após uma vítima relatar que passou a sofrer ameaças, diretas e indiretas, depois de recorrer a empréstimos informais e não conseguir quitar a dívida devido aos altos juros cobrados.
Durante a apuração, o Gaeco reuniu conversas, comprovantes de transferências bancárias e outros elementos que indicariam a atuação organizada de pessoas responsáveis por conceder os empréstimos, cobrar as dívidas e movimentar os valores.
MP investiga agiotagem, extorsão e lavagem de dinheiro
De acordo com o Ministério Público, há indícios da prática dos crimes de usura pecuniária (agiotagem), extorsão e lavagem de capitais.
As investigações também apontam que contas bancárias de terceiros teriam sido utilizadas para receber os pagamentos e ocultar os verdadeiros beneficiários do dinheiro.
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Celulares, dinheiro e documentos estão entre os alvos
Os mandados de busca têm como objetivo apreender aparelhos celulares, computadores, documentos, mídias eletrônicas, contratos, promissórias, comprovantes de movimentações financeiras, valores sem origem imediatamente comprovada, armas e outros materiais que possam contribuir para o avanço das investigações.
Segundo o MPAM, as diligências também buscam identificar possíveis novas vítimas e outros envolvidos no esquema.
Primeira fase teve prisões e bloqueio de contas
A primeira etapa da Operação Usura foi realizada na última segunda-feira (27), quando foram cumpridos dois mandados de prisão, 16 mandados de busca e apreensão e medidas de bloqueio de contas bancárias.
Na ocasião, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie, joias, documentos e aparelhos celulares.
O Ministério Público informou que o caso segue sob sigilo e ressaltou que todos os investigados têm garantidos os direitos constitucionais, incluindo a presunção de inocência.
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