Americano é condenado por manter laboratório de drogas em condomínio de luxo em Manaus
Segundo a investigação, imóvel na Vieiralves era usado para preparar e distribuir entorpecentes; condenado poderá recorrer em liberdade.
- A Justiça do Amazonas condenou Josué Gomes da Silva, americano com dupla nacionalidade, a 2 anos e 4 meses de reclusão por manter um laboratório clandestino de drogas em um condomínio de alto padrão em Manaus.
- A pena foi convertida em medidas alternativas, com pagamento de 233 dias-multa, prestação de serviços à comunidade e prestação pecuniária equivalente a 10 salários mínimos; a prisão preventiva foi revogada para ele recorrer em liberdade.
- A Polícia Civil informou que ele foi preso em 9 de abril após investigação de cerca de seis meses, com apreensão de equipamentos e drogas, incluindo entrega a um usuário durante a operação.
- A polícia apontou possível ligação com tráfico internacional, citando o uso de cápsulas para armazenamento e transporte, além de declarações do investigado e confirmação posterior do parentesco com um agente do FBI.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

FOTO: Divulgação/PC-AM
Notícias do Amazonas – A Justiça do Amazonas condenou o americano com dupla nacionalidade Josué Gomes da Silva a dois anos e quatro meses de reclusão por manter, segundo a investigação, um laboratório clandestino de drogas em um condomínio de alto padrão no bairro Vieiralves, na Zona Centro-Sul de Manaus. A pena será cumprida inicialmente em regime aberto e foi substituída por medidas restritivas de direitos.
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Pena foi convertida em medidas alternativas
Além da condenação, a sentença determinou o pagamento de 233 dias-multa.
O juiz também substituiu a pena de prisão por prestação de serviços à comunidade e pelo pagamento de uma prestação pecuniária equivalente a 10 salários mínimos.
Ao definir o valor, o magistrado considerou a condição financeira do condenado, que declarou morar nos Estados Unidos, realizar viagens internacionais frequentes e atuar na importação e comercialização de produtos de alto valor.
Com a decisão, a prisão preventiva foi revogada, permitindo que ele recorra em liberdade.
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Laboratório funcionava em condomínio de alto padrão, diz polícia
De acordo com a Polícia Civil, Josué Gomes da Silva foi preso no dia 9 de abril, após uma investigação que durou cerca de seis meses.
Segundo as investigações, ele utilizava um apartamento localizado em um condomínio de luxo na Vieiralves para preparar e distribuir drogas.
Na fase final da operação, os policiais flagraram a entrega de entorpecentes a um usuário. Durante a ação, foram apreendidos uma prensa mecânica, balança de precisão, máquina de embalar a vácuo, porções de cocaína e materiais utilizados no fracionamento e embalagem das drogas.
Polícia apontou possível ligação com tráfico internacional
Ainda conforme a Polícia Civil, parte da droga estava armazenada em cápsulas, método que, segundo os investigadores, costuma ser utilizado no transporte internacional de entorpecentes.
No momento da prisão, de acordo com a corporação, Josué afirmou ser pai de um agente do Federal Bureau of Investigation (FBI) e teria dito que seria liberado, além de ameaçar adotar medidas contra a equipe policial. Posteriormente, familiares confirmaram o parentesco informado pelo investigado.
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