Lobistas Alessandro Bronze e Carlito de Carli são cotados para suplência de Alberto Neto ao Senado
Empresários ligados ao Porto Privatizado de Manaus são citados nos bastidores como possíveis suplentes ao Senado.
- A movimentação para as eleições de 2026 cita Alessandro Bronze Toniza como nome avaliado para suplência na chapa do deputado federal Alberto Neto ao Senado, ligado ao Porto Privatizado de Manaus; também é citado Carlos Antônio de Carli Filho (Carlito de Carli) como sócio em empresas.
- A assessoria de Alberto Neto afirma que não há nomes oficialmente definidos, mas não nega que Alessandro Bronze esteja entre os avaliados.
- Alessandro Bronze teve bens bloqueados em 2013 por ação de improbidade administrativa ligada a suposta negociação irregular no Porto de Manaus; depois houve desbloqueio parcial e, posteriormente, total.
- O Porto Privatizado de Manaus também enfrenta questionamentos e fiscalizações da ANTAQ, incluindo falta de transparência, exigências de segurança e documentação, com multa superior a R$ 453,9 mil contra a Empresa de Revitalização do Porto de Manaus.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: reprodução/IA
Notícias de política – A movimentação política para as eleições de 2026 colocou o empresário Alessandro Bronze Toniza entre os nomes cogitados para ocupar uma das suplências da candidatura do deputado federal Alberto Neto (PL) ao Senado. Nos bastidores, também é citado o empresário Carlos Antônio de Carli Filho, conhecido Carlito de Carli, como ambos sócios em diversas empresas e ligados ao Porto Privatizado de Manaus.
Os dois lobistas têm ligação com a concessão do Porto de Manaus, considerado um dos principais ativos logísticos da Amazônia. O terminal é responsável por uma parcela expressiva da movimentação hidroviária do Amazonas e frequentemente é alvo de reclamações de passageiros, transportadores e empresários devido às tarifas cobradas para acesso às suas instalações.
A reportagem procurou a assessoria de Alberto Neto, que informou que não existe nenhum nome oficialmente definido para a composição da chapa.
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“Não tem nenhum nome confirmado”, informou a assessoria do parlamentar.
Apesar da resposta, a equipe não negou que Alessandro Bronze esteja entre os nomes avaliados para a vaga.
Alessandro Bronze teve bens bloqueados
Caso seja confirmado na chapa, Alessandro Bronze levará para o cenário eleitoral um histórico de investigação judicial.
Em 2013, ele teve os bens bloqueados por determinação da Justiça Federal em uma ação de improbidade administrativa que apurava suposto enriquecimento ilícito e dano ao erário.
Segundo os autos, a medida atendeu a pedido do Ministério Público Federal (MPF), com base em investigações conduzidas pela Polícia Federal.
O processo apurava uma suposta negociação irregular envolvendo:
- a venda de aproximadamente 100 metros de cais flutuante do Porto de Manaus;
- o repasse de dois ônibus pertencentes ao patrimônio da União;
- operações que, segundo a investigação, ocorreram sem autorização federal.
Além de Alessandro Bronze, também foram alcançados pela indisponibilidade de bens:
- Eric Stone de Holanda;
- Sheila Ingrid Ferreira da Silva;
- Cícero Brasiliano;
- Amazônia Operações Portuárias;
- Empresa de Revitalização do Porto de Manaus.
O que aconteceu com o bloqueio dos bens?
O bloqueio patrimonial permaneceu durante parte da tramitação do processo.
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Posteriormente, a Justiça autorizou o desbloqueio gradual dos valores considerados de natureza alimentar, como salários, pró-labore e honorários.
Em um segundo momento, ocorreu o desbloqueio integral dos bens.
A decisão de indisponibilidade havia sido determinada pela juíza federal Maria Lúcia Gomes de Souza, da 3ª Vara da Seção Judiciária do Amazonas. Posteriormente, a juíza convocada do TRF-1 Clemência Maria Almada Lima de Ângelo autorizou o levantamento parcial e, depois, total das restrições patrimoniais.
Questionamentos que envolvem o Porto Privatizado de Manaus
Além da movimentação política, o Porto Privatizado de Manaus também vem sendo alvo de processos administrativos e fiscalizações da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ).
Entre os principais pontos levantados pelo órgão regulador estão:
- falta de transparência na divulgação de tarifas;
- necessidade de separar áreas de passageiros e cargas;
- questionamentos sobre segurança operacional;
- exigências relacionadas à documentação de prevenção contra incêndios e acidentes.
Em uma das decisões administrativas, a ANTAQ confirmou multa superior a R$ 453,9 mil contra a Empresa de Revitalização do Porto de Manaus por infrações às normas regulatórias.
O terminal integra o Porto Organizado de Manaus e desempenha papel estratégico na logística da Amazônia, sendo responsável pela movimentação de passageiros e cargas destinadas à Zona Franca de Manaus e ao interior do estado.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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