Empresa citada em investigação sobre Lulinha mantém contratos de R$ 55,7 milhões com o governo federal
Empresa de tecnologia é mencionada em inquérito da Polícia Federal que apura suposto tráfico de influência.
- A Polícia Federal investiga suposto tráfico de influência envolvendo Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha) e a empresa 3Structure IT LTDA.
- O inquérito aponta quatro contratos com o governo federal que somam R$ 55,7 milhões, com pagamentos federais de cerca de R$ 46,9 milhões; a investigação foi autorizada pelo ministro André Mendonça (STF).
- A defesa de Lulinha nega irregularidades, dizendo que seria uma “fishing expedition”, enquanto a empresa afirma que os contratos foram feitos de forma regular por licitação e com conformidade legal.
- A apuração segue, incluindo possíveis vínculos com a Dataprev, e ainda não há decisão judicial sobre o mérito das acusações.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias do Brasil –A empresa 3Structure IT LTDA, especializada em tecnologia da informação, está no centro de uma investigação da Polícia Federal que apura suposto tráfico de influência envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo o inquérito, a empresa possui quatro contratos vigentes com o governo federal, que somam R$ 55.721.051,62. A apuração investiga a suspeita de que Lulinha teria atuado para favorecer a companhia junto à administração federal.
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A abertura da investigação foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Contratos com órgãos federais
De acordo com informações do Portal da Transparência, a empresa mantém contratos com diferentes órgãos do governo federal.
Entre eles estão:
- R$ 19,2 milhões com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, para fornecimento de solução de backup e serviços de tecnologia, com vigência até 2031;
- R$ 14,4 milhões com o mesmo ministério para sustentação do ambiente analítico de dados, com vigência até 2027;
- R$ 21,8 milhões com o Exército Brasileiro, vinculado ao Ministério da Defesa, para expansão da infraestrutura de armazenamento de backup do Sistema de Telemática do Exército (Sistex);
- R$ 177,6 mil com o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), ligado ao Ministério da Educação, para serviços de tecnologia da informação.
Dados do governo também apontam que a empresa recebeu cerca de R$ 46,9 milhões em pagamentos federais, referentes à execução de contratos e outras despesas públicas.
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Defesa nega irregularidades
O advogado Marco Aurélio Carvalho, que representa Lulinha, afirmou que a investigação é uma “fishing expedition” (expressão usada para se referir à busca de provas sem indícios concretos) e classificou o inquérito como uma tentativa de interferência política.
Segundo a defesa, não há fatos objetivos que justifiquem a abertura da investigação.
Empresa afirma que contratos seguiram a lei
Em nota, a defesa do CEO da 3Structure, Cleber Ribas, afirmou que todos os contratos com órgãos públicos foram firmados de forma regular, por meio de processos licitatórios e em conformidade com a legislação.
A empresa declarou ainda que atua no mercado de proteção de dados, possui certificações internacionais e que seus contratos já foram submetidos a auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU).
Investigação continua
A Polícia Federal apura possíveis crimes de tráfico de influência e corrupção relacionados a contratos na área de tecnologia, incluindo possíveis vínculos com a Dataprev.
Até o momento, não há decisão judicial sobre o mérito das acusações, e a investigação segue em andamento.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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