Homem com autismo é executado a tiros ao tentar escapar de assalto
Marcelo de Alcântara Brito, de 40 anos, foi perseguido e baleado por um criminoso que tentou roubar seu cordão. O suspeito fugiu sem levar o objeto.
- Um homem de 40 anos morreu após ser baleado durante uma tentativa de roubo no bairro Olaria, na Zona Norte do Rio.
- Segundo a polícia, o criminoso abordou a vítima em uma motocicleta, ela correu para fugir, foi perseguida e atingida por disparos.
- Câmeras de segurança registraram a fuga e o ataque; o assaltante acabou deixando o local sem levar o cordão.
- A vítima foi socorrida e transferida para hospitais, mas não resistiu; o caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital, sem prisões até o momento.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- (Foto: Divulgação)
Notícias do Brasil- O que seria mais uma tentativa de roubo terminou em morte na tarde desta terça-feira (4), no bairro Olaria, Zona Norte do Rio de Janeiro. Marcelo de Alcântara Brito, de 40 anos, morreu após ser baleado enquanto tentava escapar de um criminoso que queria roubar o cordão que ele usava.
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Segundo a polícia, o assaltante estava em uma motocicleta e abordou Marcelo na Rua Drumond. Ao perceber a ação criminosa, a vítima correu na tentativa de escapar, mas foi perseguida e atingida por disparos.
Crime foi registrado por câmeras
Imagens de monitoramento mostram o momento em que Marcelo tenta fugir e é alcançado pelo criminoso, que atira contra ele antes de fugir.
De acordo com moradores da região, a vítima se assustou com a abordagem e correu instintivamente. Mesmo após os disparos, o assaltante deixou o local sem conseguir levar o cordão.
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Vítima chegou a ser socorrida
Marcelo recebeu os primeiros socorros e foi encaminhado ao Hospital Getúlio Vargas. Devido à gravidade dos ferimentos, acabou transferido para o Hospital Balbino, onde morreu.
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Familiares informaram que Marcelo era uma pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Investigação
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que trabalha para identificar e localizar o autor dos disparos. Até o momento, ninguém foi preso.
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