Reviravolta no caso: Justiça revoga prisão de empresário investigado por matar ex-funcionário venezuelano em Manaus
Celso Tavares, que era considerado foragido, terá de cumprir medidas cautelares, como entregar o passaporte e não manter contato com testemunhas.
- A Justiça do Amazonas revogou a prisão temporária de Celso Tavares e a substituiu por medidas cautelares durante as investigações.
- Entre as medidas, ele deverá se apresentar à Justiça em até 48 horas, entregar o passaporte, não deixar o país sem autorização, não se ausentar de Manaus por mais de oito dias sem autorização, não manter contato com testemunhas ou fontes de prova e deverá comparecer mensalmente em juízo, sem uso de tornozeleira eletrônica no momento.
- A decisão não beneficia Anderson Santos de Castro; ele permanece com a situação processual inalterada e o pedido da defesa depende de manifestação do Ministério Público.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Empresário Celso Tavares FOTO: Reprodução
Notícias do Amazonas – A Justiça do Amazonas revogou a prisão temporária do empresário Celso Tavares, investigado pela morte do venezuelano Jarvis Javier Rodrigues, de 29 anos, assassinato ocorrido no bairro Tarumã, na Zona Oeste de Manaus.
A decisão substitui a prisão por uma série de medidas cautelares que deverão ser cumpridas pelo investigado durante o andamento das investigações.
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Justiça impõe restrições
Entre as determinações, Celso Tavares deverá se apresentar à Justiça em até 48 horas para informar e comprovar endereço, telefones e demais formas de contato.
Ele também terá de entregar o passaporte, está proibido de deixar o país sem autorização judicial e não poderá se ausentar de Manaus por mais de oito dias sem autorização da Justiça.
Além disso, o empresário não poderá manter contato com testemunhas, familiares da vítima ou outras pessoas indicadas pela Polícia Civil como fontes de prova. Também deverá comparecer mensalmente em juízo para informar suas atividades.
O magistrado entendeu que, neste momento, não há necessidade do uso de tornozeleira eletrônica.
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Decisão não beneficia outro investigado
A revogação da prisão vale apenas para Celso Tavares.
O ex-funcionário Anderson Santos de Castro, preso temporariamente por suspeita de participação no crime, permanece com a situação processual inalterada. O pedido apresentado pela defesa dele ainda será analisado após manifestação do Ministério Público.
Polícia aponta motivação financeira
Segundo as investigações da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Celso Tavares é apontado como principal suspeito de matar Jarvis Javier Rodrigues após suspeitar que o ex-funcionário teria desviado aproximadamente R$ 400 mil da empresa.
De acordo com a Polícia Civil, o empresário teria ido até a casa da vítima acompanhado de Anderson Santos de Castro. Durante uma luta corporal, Jarvis foi atingido por um disparo no olho e morreu no local.
Na época da operação, Anderson foi preso, enquanto Celso passou a ser considerado foragido. A polícia também apreendeu uma arma de fogo e veículos que teriam sido utilizados no crime.
O inquérito continua em andamento para conclusão das investigações.
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