“É nossa filha”: pai de bebê sequestrada em Manaus diz que criança teve alta, mas ainda não pode voltar para casa
Segundo o pai, recém-nascida permanece na maternidade mesmo após receber alta médica e família aguarda decisão judicial para liberação.
- O pai afirma que Isla já teve alta médica, mas permanece na maternidade aguardando decisão judicial para ir para casa, com a mãe podendo visitá-la apenas para amamentação em horários específicos.
- A família diz possuir todos os documentos da bebê (certidão de nascimento, carteira de vacinação, cartão do SUS e pulseira) e que a identidade está confirmada, embora os nomes dos responsáveis ainda não constem na ficha da unidade.
- A liberação da bebê depende de decisão judicial, a família acompanha a investigação do sequestro e houve relato de constrangimento por parte de uma profissional da maternidade.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias de Manaus – O pai da bebê Ayla, de 21 dias, encontrada após ter sido sequestrada e resgatada no bairro Santo Agostinho em Manaus, afirmou nesta quarta-feira (12) que a filha permanece na maternidade Maternidade Doutor Moura Tapajós à espera de autorização judicial para ser entregue à família.
Segundo o relato do pai, a criança já teria recebido alta médica, mas ainda não foi liberada. Ele afirma que a mãe consegue permanecer com a bebê em momentos específicos, inclusive para amamentá-la.
“A mãe só pode ir com o neném para ajudar a amamentar. Só isso”, relatou.
De acordo com ele, a família foi informada pelo serviço social da unidade de que a saída da criança dependeria de uma decisão da Justiça para confirmar formalmente a maternidade.
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As informações sobre os procedimentos adotados pela maternidade foram apresentadas pelo pai da criança e ainda dependem de posicionamento oficial da unidade e das autoridades responsáveis pelo caso.
Pai afirma ter documentos que comprovam identidade da bebê
Durante a entrevista, o pai não demonstrou dúvidas de que a criança encontrada seja Ayla.
“A gente tem todo o documento dela, registro, carteira de vacina, cartão do SUS, tudo dela a gente tem. Até a pulseirinha da maternidade a gente tem lá em casa”, declarou.
Apesar disso, segundo o pai, os nomes dos responsáveis ainda não constariam como identificados na ficha utilizada pela unidade após a localização da criança.
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Bebê já teria recebido alta médica
O pai afirmou que Ayla já recebeu alta dos médicos e que a permanência na maternidade estaria relacionada apenas aos procedimentos necessários para a entrega da criança. Ainda conforme o relato, inicialmente a família tinha expectativa de levar a criança para casa nesta quarta-feira, mas foi informada de que a liberação poderia ocorrer somente na sexta-feira (14).
O pai disse, porém, que ainda não recebeu uma confirmação definitiva sobre quando a filha poderá deixar a unidade.
“Eu estou doido para minha filha estar em casa. Falaram que iam liberar hoje, não liberaram, já falaram em sexta-feira e daí vai. Não tenho certeza de quando minha filha vai sair de lá”, afirmou.
Mãe está triste à espera da filha em casa, diz pai
O pai também relatou o impacto emocional da situação sobre a mãe da criança, identificada por ele como Márcia. Segundo ele, ela permanece próxima da bebê e aguarda a autorização para retornar para casa com a filha.
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“Ela está triste, porque está doida para ir embora para casa e não querem liberar ela”, contou.
A família afirma que está concentrada nos cuidados com a criança e que, por isso, ainda não acompanhou toda a repercussão do caso.
Pai relata constrangimento dentro da maternidade
Durante a entrevista, o pai também relatou um episódio que teria ocorrido no refeitório da maternidade. Segundo ele, uma profissional da unidade teria feito comentários sobre as circunstâncias envolvendo a criança e questionado a versão apresentada pela mãe.
O pai afirmou que procurou a profissional após ouvir a conversa e posteriormente comunicou o episódio ao serviço social. Segundo ele, recebeu orientação para procurar a ouvidoria da unidade.
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O relato sobre a conduta da profissional representa a versão apresentada pelo pai e precisa de manifestação da maternidade para ser confrontado.
Família aguarda decisão para levar Ayla para casa
Com a alta médica da bebê, segundo o relato da família, os pais aguardam agora a conclusão dos procedimentos necessários para poder deixar a maternidade com Isla.
O pai afirma que foi informado de que a liberação depende de uma decisão da juíza responsável pelo caso.
A família também acompanha os desdobramentos da investigação sobre o sequestro. Durante a entrevista, foi informado que dois homens identificados como Lucas e Wesley foram liberados.
As circunstâncias do sequestro e a participação de cada pessoa investigada continuam sob apuração das autoridades.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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