“Toda campanha abre arquivo morto”: humorista que imita Dilma relembra Maus Caminhos e familiares presos de Omar Aziz
Conhecido por interpretar a ex-presidente Dilma Rousseff, humorista publicou vídeos e textos ironizando a candidatura de Omar Aziz e fazendo referências a investigações envolvendo o senador.
- Gustavo Mendes, interpretando Dilma, usa paródias nas redes para comentar a candidatura de Omar Aziz ao governo do Amazonas.
- A sátira faz referência a uma investigação da Polícia Federal e à Operação Vertex, cita familiares do senador e reforça que início de prisão temporária não é condenação, mencionando a fala de Omar de que o caso foi arquivado por falta de provas.
- A paródia também aborda a CPI da Covid e os incentivos da Zona Franca de Manaus, encerrando com a expressão "eleitor não tem botão limpar histórico" e sem divulgação de manifestação oficial de Omar Aziz no material.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: AM POST
Notícias de Política – O humorista Gustavo Mendes, conhecido nacionalmente pela interpretação da ex-presidente Dilma Rousseff em programas de televisão, passou a usar as redes sociais para publicar paródias direcionadas a político que estão concorrendo nas eleições 2026 um deles foi o senador Omar Aziz (PSD), candidato ao governo do Amazonas.
No vídeo, Gustavo Mendes utiliza o estilo de sua conhecida personagem para comentar a candidatura de Omar Aziz relembrando seu histórico no Amazonas. O humorista aparece utilizando a metáfora de um espanador para fazer referência ao passado político do senador.
“A Dilma ligou para Omar Aziz e levou um espanador”, escreveu Mendes em uma publicação. Na sequência, o humorista afirmou que campanhas eleitorais costumam trazer novamente assuntos antigos para o debate. “Porque campanha tem dessas: basta anunciar candidatura que sempre aparece alguém querendo tirar a poeira do passado”, escreveu.
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Maus Caminhos
Em outro vídeo publicado nas redes sociais, Gustavo Mendes, interpretando Dilma, direciona uma série de ironias ao senador. Na paródia, o humorista menciona a Operação Vértex (deflagrada em 19 de julho de 2019) foi a quinta fase da Operação Maus Caminhos, conduzida pela Polícia Federal que investigou desviou mais de R$ 200 milhões dos cofres públicos destinados à saúde no estado do Amazonas.
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“Em 2019, a Polícia Federal indiciou você numa investigação sobre suspeita de desvio de aproximadamente R$ 200 bilhões na saúde do Amazonas”, declarou o humorista no vídeo.
A informação é apresentada por Mendes dentro do contexto da sátira. O humorista também menciona a Operação Vertex e afirma que familiares do senador foram presos temporariamente durante a investigação. Na própria paródia, porém, Mendes faz uma ressalva sobre o significado jurídico das medidas.
“Iniciamento e prisão temporária não são condenação. Eu sei, você negou o envolvimento”, afirmou.
Mendes cita versão de Omar sobre investigação
O humorista também mencionou a versão apresentada por Omar Aziz sobre o caso. Segundo Mendes, o senador teria afirmado em 2025 que a investigação contra ele havia sido arquivada por falta de provas. Na paródia, o humorista utiliza a informação para cobrar que o senador apresente explicações sobre o episódio. “Mostre a decisão, adapte o processo e explique tudo, ué. Eleitor não tem botão limpar histórico”, afirmou.
A fala faz parte do conteúdo humorístico publicado pelo artista e não representa, por si só, uma conclusão sobre a situação jurídica do senador.
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Paródia também cita CPI da Covid
Gustavo Mendes também abordou a atuação de Omar Aziz como presidente da CPI da Covid, instalada no Senado durante a pandemia. Na sátira, o humorista reconhece a atuação do senador na comissão, mas utiliza o episódio para fazer novas ironias.
“Você presidiu a CPI do Covid, parabéns. Enfrentou ministro, general, empresário e encerrou o trabalho com 80 pedidos de indiciamento”, declarou.
A CPI da Covid foi criada pelo Senado para investigar ações e possíveis omissões do governo federal e de outras autoridades durante a pandemia.
Humorista menciona Zona Franca de Manaus
Outro ponto citado por Mendes foi a defesa pública feita por Omar Aziz dos incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus. Na paródia, o humorista reconhece a importância econômica do modelo para o Amazonas. “Também defendeu publicamente os incentivos da Zona Franca e de Manaus. Isso importa pro emprego e para a economia do Amazonas”, afirmou.
Na sequência, porém, Mendes retoma o tom crítico utilizado durante o vídeo.
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“Você tem experiência, Marcos. Mas experiência não é borracha. É obrigação de explicar melhor”, declarou, confundindo propositalmente o nome do senador como parte da encenação humorística.
“Eleitor não tem botão limpar histórico”, diz humorista
Ao longo do vídeo, Gustavo Mendes constrói a paródia em torno da ideia de que a candidatura ao governo do Amazonas poderá trazer novamente ao debate episódios relacionados ao passado político de Omar Aziz.
Em outro trecho, o humorista afirma:
“Conselho de Bahia, não peça ao povo pra esquecer”, diz a personagem interpretada por Mendes.
A fala é acompanhada de outras referências satíricas à trajetória política do senador.
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No encerramento, o humorista simula uma ligação telefônica com Omar Aziz.
“Agora a Justiça já é feita. […] Então boa sorte, viu? Com carinho. E volte, ó, olhando pra frente. Mas sem esconder o retrovisor, tá bom? Alô? Ih, caiu a ligação”, afirma.
Paródia termina com ironia sobre candidatura
O vídeo termina com mais uma brincadeira relacionada à candidatura de Omar. “O ex deve ter entrado em maus caminhos e mandou recalcular a refundação”, declara Gustavo Mendes. As publicações fazem parte do conteúdo de humor e sátira política produzido pelo artista nas redes sociais.
Até a publicação desta matéria, não foi apresentada, no material fornecido, manifestação de Omar Aziz especificamente sobre as paródias de Gustavo Mendes.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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