EUA monitoram Moraes por conta de ofensiva contra jornalista Luis Pablo
Segundo o Correio da Manhã, integrantes do governo Trump avaliam internamente que investigação aberta no STF contra Luís Pablo pode representar violação à liberdade de imprensa no Brasil.
- O governo dos EUA acompanha a investigação do STF sobre o jornalista Luís Pablo Almeida, ligada a reportagens sobre Flávio Dino, avaliando possíveis impactos na liberdade de imprensa no Brasil.
- O STF sustenta que a apuração não envolve a atividade jornalística, mas investiga monitoramento ilegal da segurança de Flávio Dino, enquanto Luís Pablo nega ter praticado qualquer monitoramento.
- Em março, a PF, com autorização de Alexandre de Moraes, realizou busca e apreensão na residência do jornalista, com equipamentos apreendidos e posteriormente devolvidos, gerando preocupação de entidades de imprensa e da OAB sobre sigilo de fontes e prerrogativas.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias do Brasil – O governo dos Estados Unidos acompanha a investigação conduzida no Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo o jornalista maranhense Luís Pablo Conceição Almeida, que publicou reportagens relacionadas ao ministro Flávio Dino. Segundo apuração do Correio da Manhã, integrantes do governo de Donald Trump classificam internamente o caso como uma possível violação à liberdade de imprensa no Brasil.
Luís Pablo tornou-se alvo de investigação depois de publicar reportagens sobre o suposto uso de um veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) por familiares de Flávio Dino, em São Luís.
Em março, a Polícia Federal cumpriu uma ordem de busca e apreensão determinada pelo ministro Alexandre de Moraes na residência do jornalista. Celulares e equipamentos eletrônicos foram apreendidos durante a operação.
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O STF sustenta que a investigação não tem como objeto a atividade jornalística ou a liberdade de expressão, mas busca apurar um suposto monitoramento ilegal relacionado à segurança de Flávio Dino.
Estados Unidos acompanham caso envolvendo jornalista brasileiro
Segundo o Correio da Manhã, o episódio passou a ser acompanhado por integrantes do governo Trump, que avaliam internamente os possíveis impactos das medidas sobre a liberdade de imprensa.
A informação sobre essa avaliação é atribuída pelo jornal a interlocutores do governo norte-americano. Até o momento, as fontes consultadas não apontam para um posicionamento público oficial do governo dos Estados Unidos especificamente sobre o caso.
Investigação começou após reportagem sobre Flávio Dino
O caso teve origem após reportagens de Luís Pablo sobre o suposto uso de um veículo oficial do TJ-MA por familiares de Flávio Dino.
A investigação apura suspeita de perseguição e possível monitoramento do veículo utilizado pelo ministro. Luís Pablo nega ter praticado qualquer tipo de monitoramento ilegal.
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Em março, Moraes autorizou busca e apreensão contra o jornalista. A medida havia sido solicitada pela Polícia Federal e teve manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), segundo informações divulgadas sobre o caso.
Os equipamentos eletrônicos apreendidos durante a operação foram posteriormente devolvidos pela Polícia Federal.
STF diz que apuração não é contra liberdade de imprensa
Quando a operação ganhou repercussão, o STF afirmou que a investigação não estava relacionada ao exercício da liberdade de expressão.
Segundo a Corte, o objetivo seria esclarecer indícios de monitoramento ilegal dos procedimentos de segurança de Flávio Dino em São Luís.
O jornalista, por sua vez, afirmou ter se sentido intimidado pela operação e disse considerar que seus direitos profissionais foram violados.
Entidades manifestaram preocupação com investigação
O episódio também provocou manifestações de entidades ligadas à imprensa e de seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
Associações de imprensa demonstraram preocupação com possíveis impactos sobre o sigilo da fonte jornalística, enquanto seccionais da OAB questionaram eventuais violações à liberdade de imprensa e às prerrogativas profissionais.
A investigação permanece cercada por versões divergentes: enquanto o STF sustenta que a apuração envolve questões relacionadas à segurança de um ministro da Corte, Luís Pablo nega ter realizado monitoramento ilegal e afirma que sua atuação esteve relacionada ao exercício da atividade jornalística.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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