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Tragédia anunciada: Desabamento de ponte de R$ 36 milhões expõe incompetência de Sula Ximenes e Egleuson Santiago no Acre

Desabamento em Sena Madureira amplia pressão sobre dirigentes responsáveis por áreas ligadas à execução e fiscalização da obra.

Por Natan AMPOST

06/06/2026 às 14:00 - Atualizado em 06/06/2026 às 22:44

Resumo


O desabamento da Ponte Frei Paolino Baldassari, em Sena Madureira (AC), aumentou a pressão sobre a presidente do Deracre, Sula Ximenes, e o ex-secretário da Sehurb, Egleuson Santiago. A estrutura, construída ao custo de R$ 36 milhões, havia sido interditada um dia antes do colapso. O caso gerou cobranças por explicações e investigações sobre a execução e o acompanhamento da obra.

Notícias do Acre – A queda da Ponte Frei Paolino Baldassari, no município Sena Madureira, transformou uma das principais obras de infraestrutura do Acre em um dos episódios mais delicados do atual governo estadual. O colapso da estrutura, que deixou pessoas feridas, colocou a presidente do Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre), Sula Ximenes, e o ex-secretário de Estado de Habitação e Urbanismo (Sehurb), Egleuson Santiago, no centro das cobranças por esclarecimentos.

A ponte, inaugurada em 2023 ao custo aproximado de R$ 36 milhões, era apresentada como símbolo de desenvolvimento para o terceiro município mais populoso do estado. No entanto, o desabamento de grande parte da estrutura mudou completamente a percepção sobre o empreendimento e levantou questionamentos sobre sua execução, fiscalização e monitoramento.

A queda da estrutura recém-inaugurada  escancarou uma sucessão de erros técnicos e mostrando o quanto o governado do Acre foi mal assessorado por sua equipe de confiança.

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Fissura foi identificada um dia antes da tragédia

Um dos fatos que mais chamaram atenção após o acidente foi a identificação de problemas estruturais na véspera do desabamento.

Na quinta-feira (4), a ponte foi interditada após a constatação de uma fissura considerada preocupante. O Deracre informou que seriam realizadas avaliações técnicas para analisar as condições da estrutura.

No entanto, menos de 24 horas depois, a ponte desabou parcialmente.

A sequência dos acontecimentos passou a alimentar questionamentos sobre a rapidez das ações adotadas e sobre a eficácia das medidas emergenciais implementadas após a descoberta do problema.

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Para moradores e lideranças locais, a tragédia reforça a necessidade de esclarecimentos detalhados sobre o que foi feito entre a identificação do risco e o colapso da obra.

Gestão da obra entra na mira das críticas

Com o avanço da repercussão do caso, aumentou a pressão sobre os órgãos responsáveis por obras de infraestrutura no estado.

Sula Ximenes, à frente do Deracre, e Egleuson Santiago, ex-titular da Sehurb, passaram a ser alvo de críticas de moradores, lideranças políticas e usuários das redes sociais que cobram explicações sobre como uma obra milionária apresentou problemas estruturais em tão pouco tempo.

Leia mais: Tragédia no Acre: ponte recém-inaugurada de R$ 36 milhões desaba e deixa pessoas gravemente feridas

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Para críticos da gestão, o desabamento levanta dúvidas sobre os processos de acompanhamento técnico, fiscalização e controle de qualidade adotados durante a construção e após a entrega da ponte.

Embora ainda não exista laudo conclusivo apontando responsabilidades, a tragédia intensificou o debate sobre a condução administrativa dos órgãos envolvidos.

Obra era uma das principais vitrines do governo

A Ponte Frei Paolino Baldassari ocupava posição de destaque entre os investimentos de infraestrutura realizados no Acre nos últimos anos.

Com 232 metros de extensão, duas faixas para veículos e espaços destinados à circulação de pedestres, a estrutura foi apresentada como uma solução para melhorar a mobilidade urbana e impulsionar o desenvolvimento econômico da região.

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Por isso, o colapso acabou gerando desgaste político significativo, principalmente para os gestores que participaram diretamente da condução dos projetos ligados à infraestrutura estadual.

A tragédia também ampliou a cobrança por transparência na divulgação de relatórios técnicos, inspeções e documentos relacionados à construção da ponte.

Investigação será decisiva

As atenções agora se voltam para os laudos periciais e para as investigações que deverão apontar as causas do desabamento.

Especialistas destacam que somente a conclusão das análises técnicas poderá indicar se houve falhas de projeto, execução, manutenção ou fiscalização.

A expectativa é que as investigações esclareçam não apenas o que levou à queda da ponte, mas também se houve falhas administrativas ou técnicas que poderiam ter evitado uma tragédia que deixou marcas profundas em Sena Madureira.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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