Advogada Giselle Falcone critica nova suspensão de eleição da OAB e cobra transparência
Processo do quinto constitucional segue indefinido.
- Foto: Reprodução / Redes Sociais
Resumo
A advogada Giselle Falcone criticou a nova suspensão da eleição da OAB para formação da lista do quinto constitucional, afirmando que as paralisações recorrentes levantam dúvidas sobre a transparência do processo.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Notícias do Amazonas – A advogada Giselle Falcone se manifestou contra a recente suspensão da eleição da Ordem dos Advogados do Brasil para a escolha de nomes que irão compor a lista do quinto constitucional para vaga de desembargador.
Em declaração pública, Falcone apontou que a interrupção do processo pela segunda vez levanta questionamentos sobre os motivos das paralisações.
Leia mais: Polícia Civil procura trio que assaltou ônibus da linha 641 em Manaus
“Não é mais coincidência”, diz advogada
Segundo a advogada, as suspensões têm ocorrido justamente quando a votação se aproxima, o que, na avaliação dela, gera desconfiança entre os profissionais da advocacia. Ela criticou o que chamou de falta de clareza nas decisões e questionou até que ponto as justificativas apresentadas podem ser consideradas cautelosas ou legítimas.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
A advogada foi direta ao criticar a repetição das suspensões e o momento em que elas ocorrem.
“Faz escuro e de novo suspender a eleição do quinto constitucional. Duas vezes não é mais coincidência. Quando a votação começa a se aproximar, o processo para.”
Ela também questionou a justificativa de cautela utilizada para interromper o processo:
“Quando a advocacia está pronta para escolher, alguém aperta o freio. E aí dizem que é cautela, mas até quando?”
Defesa da participação democrática
Giselle Falcone também defendeu a importância da participação da advocacia no processo eleitoral, ressaltando que o direito ao voto não deve ser adiado ou condicionado a interesses específicos. Giselle Falcone reforçou a importância do voto e criticou possíveis interferências no andamento da eleição:
“A advocacia não pode ficar assistindo isso calada. Nosso voto não pode ser empurrado, adiado, travado, até ficar conveniente para alguns.”
Para ela, a situação fere princípios democráticos: “Democracia não é isso. A pergunta simples e cada vez mais necessária: a quem interessa parar a eleição?”
Críticas e mensagem de resistência
Em tom crítico, a advogada levantou dúvidas sobre quem se beneficia com a paralisação do processo, reforçando que eleições devem ocorrer com transparência e regularidade. “Quem quer democracia de verdade, não tem medo de votar. Seguimos firmes, porque amanhã chega — mesmo quando tentam atrasar o dia.”
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






