“Ainda não temos números oficiais”, diz Wilson Lima sobre morte de traficantes do Amazonas em megaoperação no RJ
Governador afirma que acompanha o trabalho do IML carioca e mantém contato com o setor de inteligência fluminense.
- Foto: reprodução
Notícias do Amazonas – O governador do Amazonas, Wilson Lima (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (30) que o governo estadual acompanha de perto a identificação dos corpos dos amazonenses mortos na megaoperação policial realizada no Rio de Janeiro, na última terça-feira (28), que resultou na morte de 117 suspeitos de ligação com o Comando Vermelho. A ação, conduzida pelas forças de segurança fluminenses, foi considerada uma das mais letais da história recente do país.
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Durante coletiva de imprensa, Lima disse que o governo ainda não dispõe de números oficiais sobre as vítimas naturais do Amazonas. “Nós não temos números ainda oficiais porque há um trabalho de identificação desses corpos no Instituto Médico Legal do Rio de Janeiro. Mas estamos em contato direto com o setor de inteligência do RJ e avaliando a repercussão e as consequências do que isso possa ter para o Amazonas”, declarou.
Segundo informações preliminares, pelo menos quatro criminosos oriundos do Amazonas foram mortos.
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Segundo informações do Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro, mais da metade dos corpos já passou por necropsia e começou a ser identificada. Muitos dos mortos seriam oriundos de outros estados, o que levou o órgão a solicitar acesso a bancos de dados nacionais para cruzamento de informações e confirmação das identidades.
Apoio ao governo fluminense
Na quarta-feira (29), Wilson Lima publicou um vídeo em suas redes sociais manifestando solidariedade ao governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e às forças de segurança envolvidas na operação. “Acabei de conversar com o governador do Rio, Cláudio Castro, para manifestar meu apoio a ele e às forças de segurança do Rio de Janeiro, que estão combatendo de forma muito firme o tráfico de drogas”, afirmou.
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Lima destacou ainda que a luta contra o crime organizado deve ser coordenada nacionalmente. “Esses grupos criminosos tentam espalhar o terror e desafiam o Estado brasileiro. Não podemos permitir nem no Rio e nem em canto nenhum desse país”, completou.
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