Após entrar na mira do MP-AM, prefeito de Rio Preto da Eva pede autorização da Câmara para parcelar dívida junto ao INSS e RIOPREV
O clima na reunião na câmara promete ser tenso, com a possibilidade de enfrentamentos e discussões acaloradas.
- Foto: Reprodução/ Facebook
Notícias do Amazonas – Na próxima reunião ordinária da Câmara Municipal de Rio Preto da Eva, marcada para quinta-feira (07/12), o prefeito Anderson Sousa apresentará uma pauta que tem causado revolta entre os vereadores da cidade. O motivo é o Projeto de Lei n° 020/23, que pede autorização dos parlamentes para parcelar as dívidas previdenciárias junto ao INSS e ao Instituto de Previdência do Município de Rio Preto da Eva, o RIOPREV.
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A ação do mandatário ocorre após o Ministério Público do Amazonas (MP-AM), abrir um inquérito civil público para investigá-lo por falta de repasses desde 2018. A falta de repasses para o INSS e o RIOPREV é considerada grave pelo MP-AM, pois compromete a sustentabilidade do sistema previdenciário municipal.
A proposta de parcelamento da dívida previdenciária tem gerado intensos debates e críticas por parte de alguns membros da Câmara Municipal. A oposição se manifesta contra o que considera uma tentativa de pressionar os vereadores a aprovarem medidas controversas. Além disso, os vereadores questionam a legitimidade do prefeito para propor o parcelamento, uma vez que ele é o responsável por não efetuar os repasses desde 2018.
O clima na reunião promete ser tenso, com a possibilidade de enfrentamentos e discussões acaloradas. Os vereadores, em especial os que não concordam com a gestão do ‘prefeito ostentação’, afirmam que não cederão a pressões e que buscarão a transparência e a responsabilidade fiscal na deliberação desses projetos. A população também está atenta ao desenrolar dessa situação, pois a decisão dos vereadores terá impacto direto na situação financeira do município.
Vale lembrar que Andersou Souza foi alvo da PF em setembro deste ano na Operação Emergência 192, que investiga suspeitas de desvios de verbas na área de saúde e compra de medicamentos sem licitação. A compra de uma ambulância também gerou problemas para o prefeito, presidente da Associação dos Municípios.
Durante a ação, o prefeito foi preso por porte ilegal de arma de fogo em sua casa, em Manaus. Já o cunhado dele foi preso também na casa do chefe do executivo, mas em Rio Preto da Eva, junto de um segurança.
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