Após quase 2 anos, laudos sobre mortes em desabamento na BR-319 estão atrasados
A previsão é que os documentos sejam entregues ainda neste mês.
- Foto: Divulgação Corpo de Bombeiros do Amazonas
Notícias do Amazonas – A investigação sobre o desabamento da ponte sobre o rio Curuçá, na BR-319, que deixou cinco mortos e 10 feridos no dia 28 de setembro de 2022, ainda não foi concluída devido a atrasos na entrega de dois laudos essenciais. O primeiro laudo pendente é o do do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC), que é crucial para entender a dinâmica do colapso da ponte.
PUBLICIDADE
Embora o sobrepeso dos veículos já tenha sido comprovado, a análise detalhada dos pilares que sustentavam a estrutura aguarda finalização. O laudo está previsto para ser entregue até 20 de setembro, e os familiares das vítimas já planejam uma manifestação caso o documento não seja concluído a tempo.
O segundo laudo, realizado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT-SP) a pedido do DNIT, também está atrasado. Inicialmente esperado para outubro de 2023, o prazo foi adiado diversas vezes, e o DNIT ainda não forneceu uma nova previsão de conclusão. Esse atraso tem gerado frustração, pois a investigação da Polícia Civil do Amazonas já possui mais de 900 páginas e está próxima de ser finalizada, mas depende desses documentos para maior robustez.
A tragédia levantou uma série de questionamentos sobre a gestão e a resposta das autoridades envolvidas. Enquanto a construção de novas pontes avança lentamente, os familiares das vítimas continuam sem respostas definitivas sobre as causas do acidente e o destino dos responsáveis.
Redação AM POST
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos






