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Caprichoso abre Festival de Parintins com homenagem às origens da ilha e espetáculo de resistência

Primeiro ato do espetáculo “Brinquedo que canta o seu chão” reuniu música, alegorias, tradição e emoção para abrir a disputa.

Por Beatriz Silveira

26/06/2026 às 21:31

Foto: Junio Matos/A CRÍTICA

Resumo

  • Quem abriu o festival: O Boi Caprichoso foi o primeiro a entrar na arena na abertura do 59º Festival Folclórico de Parintins.
  • Tema da noite: O espetáculo começou com o subtema “Parintins – o chão de origem”, primeiro ato de “Brinquedo que canta o seu chão”.
  • Itens em destaque: O apresentador Edmundo Oran e o levantador de toadas Patryck Araújo abriram oficialmente a apresentação.
  • Mensagem: O espetáculo exaltou a história, a memória, a resistência e a ancestralidade do povo parintinense.

Notícias do Amazonas – O Boi Caprichoso abriu a primeira noite do 59º Festival Folclórico de Parintins, nesta sexta-feira (27), às 20h30, levando à arena o primeiro ato do espetáculo “Brinquedo que canta o seu chão”.

Com o subtema “Parintins – o chão de origem”, a apresentação homenageou a própria cidade, destacando sua história, cultura popular, memória e a ligação entre o povo e a Amazônia.

Logo na abertura, um grande móbile suspenso revelou dois dos principais itens individuais da noite: o apresentador Edmundo Oran e o levantador de toadas Patryck Araújo.

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Qual foi a mensagem do primeiro ato?

A abertura trouxe uma narrativa centrada na resistência cultural e na valorização das raízes amazônicas.

No prólogo, recitado por Edmundo Oran, o espetáculo destacou temas como identidade, esperança e pertencimento, reforçando o compromisso do Caprichoso com a defesa da cultura popular.

A encenação apresentou Parintins como símbolo de memória coletiva, afeto e ancestralidade.

Quais toadas marcaram o início da apresentação?

Após a abertura, o levantador de toadas Patryck Araújo conduziu a arena interpretando canções que marcaram diferentes momentos da história recente do boi.

Leia também: Festival de Parintins 2026 começa nesta sexta-feira; veja o que esperar da primeira noite no Bumbódromo

Entre elas:

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  • Chegada do Meu Boi (2010);
  • É Hoje (2026);
  • Pode Avisar (2023).

As toadas embalaram a evolução dos itens oficiais e da galera azul e branca durante os primeiros momentos do espetáculo.

Como surgiu o Amo do Boi?

O Amo do Boi, Caetano Medeiros, fez sua entrada a partir da Figura Típica Regional “O Brincador de Boi-Bumbá de Parintins”, assinada pelos artistas Pedro e Paulo Pimentel.

A alegoria homenageou moradores dos bairros Francesa e Palmares, reconhecidos por sua contribuição histórica para a cultura do boi-bumbá.

Na sequência, o boi Caprichoso entrou na arena conduzido pelo tripa Edson Azevedo Júnior, que exerce a função pelo segundo ano consecutivo.

A evolução ocorreu ao som da toada “Malúú Dúdùú” (2024), dando continuidade ao desenvolvimento do primeiro ato.

O que representa o espetáculo deste ano?

Com o tema “Brinquedo que canta o seu chão”, o Caprichoso propõe uma celebração da identidade amazônica por meio da música, das alegorias, da dança e da teatralidade.

O primeiro ato estabelece a base narrativa da apresentação ao destacar Parintins como território de resistência, memória e tradição, elementos que orientam o restante do espetáculo na disputa pelo título do Festival de 2026.

Experiência regional

A abertura do Caprichoso reafirmou uma característica marcante do Festival de Parintins: transformar a arena do Bumbódromo em um grande palco de valorização da identidade amazônica. Ao dedicar o primeiro ato às origens da própria cidade, o boi azul e branco homenageou não apenas seus torcedores, mas também os bairros, brincantes e personagens que ajudaram a construir a história do boi-bumbá e consolidar Parintins como referência da cultura popular brasileira.

 

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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