Empresário ‘Mauricinho’, preso na Operação Saúva, contrata show milionário de Gusttavo Lima para aniversário da esposa em Manaus
José Maurício Gomes de Lima foi preso na operação Saúva por fraudes em licitações e superfaturamento que somaram mais de R$ 126 milhões.
- Empresário José Maurício Gomes de Lima, conhecido como 'Mauricinho', contratou show de Gusttavo Lima para festa de 50 anos da esposa, com cerca de mil convidados em Manaus.
- Convidados receberam assistentes virtuais Alexa e sandálias folheadas a ouro; show teria custado cerca de R$2 milhões.
- 'Mauricinho' já foi preso na Operação Saúva (2006) por fraudes em licitações e desvio de mais de R$126 milhões, sendo condenado a 13 anos de prisão em regime fechado.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
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Redação AM POST
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O empresário, José Maurício Gomes de Lima, conhecido como ‘Mauricinho’, resolveu ostentar e contratar para o aniversário de 50 anos de sua esposa o show do cantor Gusttavo Lima, realizado em festa particular com cerca de 1mil convidados nesta semana no Diamond Convention Center, localizado na Avenida do Turismo, bairro Ponta Negra, zona Oeste de Manaus.
De acordo com fontes, cada convidado recebeu como lembrança da festa um assistente virtual Alexa, que custa cerca de R$1 mil, e sandálias folheadas a ouro. Ainda conforme informações de fontes o show do sertanejo teria custado cerca de R$2 milhões.
Devido a presença do sertanejo, a festa ganhou repercussão nas redes sociais e foi até divulgada em páginas locais de fofoca no Instagram.
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Operação Saúva
‘Mauricinho’, já foi preso durante a operação Saúva, realizada em 2006 pela Polícia Federal, por desvios de dinheiro dos cofres públicos do Amazonas, feitos através de fraudes em licitações para compra de alimentos para as Forças Armadas, merenda escolar e programas sociais do governo federal no Amazonas. As investigações apuraram que, na época, as compras superfaturadas e fraudes em licitações somaram mais de R$ 126 milhões.
De acordo com as investigações da PF, o então secretário da Fazenda, Afonso Lobo, que também foi preso, era quem facilitava os pagamentos e liberava as empresas a contratar mesmo com dívidas com o Estado.
“Mauricinho”, na época da Operação Saúva, era um dos sócios da Petrolina Distribuidora Ltda e foi acusado, com outras pessoas, entre empresários e funcionários do Estado, de fraudes em licitações no Amazonas.
Em junho de 2020, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), manteve as condenações dos empresários presos na operação Saúva. Foram mantidas as sentenças de seis empresários envolvidos no esquema, entre eles José Maurício Gomes de Lima, com a sentença de 13 anos em regime fechado. Em 2006 ele foi preso no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj).
Também foram considerados culpados pela Justiça Federal João Leitão Limeira, 26 anos; Ricardo de Oliveira Lobato, 21 anos; Lamark Barroso de Souza, 17 anos e Claudomira Pinto Cavalcante, a 52 anos e oito meses de detenção.
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