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Funcionários da empresa Madim, que pertence a Sérgio Chalub, acionam MPT-AM e denunciam atrasos de salários em Manaus

As queixas dos manifestantes incluem atrasos salariais em massa e uma série de irregularidades trabalhistas.

Por Natan AMPOST

18/12/2023 às 18:05 - Atualizado em 05/08/2025 às 10:15

Funcionários da empresa Madim, prestadora de serviços de saúde liderada pelo empresário Sérgio Chalub, realizaram um protesto em frente ao Ministério Público do Trabalho do Amazonas (MPT-AM) nesta segunda-feira (18). As queixas dos manifestantes incluem atrasos salariais em massa e uma série de irregularidades trabalhistas não cumpridas há mais de três meses.

Os funcionários foram recebidos pela procuradora-Chefe do MPT do Amazonas e Roraima, Alzira Melo Costa, que demonstrou interesse em ouvir suas queixas e ofereceu assistência. Ela disponibilizou um procurador dedicado para atender cada funcionário, evidenciando o comprometimento do MPT em investigar as denúncias e garantir a proteção dos direitos trabalhistas.

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Dentre as denúncias apresentadas pelos funcionários, destaca-se a alegação de que foram demitidos após reivindicarem seus direitos. O profissional Denison do Samu, líder do movimento “Todos pela Saúde”, ressaltou que a empresa Madim é a única que recebe recursos públicos, porém, não efetua o pagamento dos salários em dia. Ele ainda mencionou que a Madim recebeu cerca de R$ 10 milhões, mas até o momento não quitou os atrasos. Denison expressou sua indignação, sugerindo que a empresa mantém uma relação favorável com o executivo estadual.

As denúncias apresentadas ao Ministério Público do Trabalho abrangem uma série de irregularidades graves. Entre elas, estão contratações irregulares, atrasos salariais, ausência do pagamento de benefícios como vale-refeição e vale-transporte, salários abaixo do piso nacional estabelecido e jornadas de trabalho excedentes aos limites legais.

Um dos principais problemas relatados pelos funcionários da empresa Madim é o atraso salarial em massa. Segundo os manifestantes, já são mais de três meses sem receber os salários devidos. Essa situação tem causado grandes dificuldades financeiras para os trabalhadores e suas famílias, que dependem desses pagamentos para o sustento diário.

Outro ponto levantado pelos funcionários é a demissão de trabalhadores que se manifestaram em busca de seus direitos. Alegam que foram dispensados sepois de expressarem suas queixas e pedirem o cumprimento das obrigações trabalhistas por parte da empresa. Essas demissões geraram revolta e preocupação entre os trabalhadores, que se sentem desamparados e injustiçados.

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Além dos atrasos salariais, os empregados da Madim também relatam a falta de pagamento de benefícios, como o vale-refeição e o vale-transporte. Esses benefícios são essenciais para garantir condições mínimas de trabalho e comodidade aos funcionários, que têm arcado com prejuízos financeiros devido à ausência desses pagamentos.

Outra irregularidade apontada pelos funcionários é a contratação irregular de profissionais pela Madim. Segundo eles, a empresa não cumpre os trâmites legais exigidos para a contratação de colaboradores, o que compromete a segurança e a garantia do cumprimento dos direitos trabalhistas.

Além disso, os funcionários denunciam que são obrigados a cumprir uma carga horária excessiva, ultrapassando os limites estabelecidos pela legislação trabalhista. Essa carga horária exaustiva afeta negativamente a saúde física e emocional dos trabalhadores, gerando um ambiente de trabalho desfavorável e desgastante.

Diante das denúncias apresentadas pelos funcionários da Madim, o Ministério Público do Trabalho se comprometeu em investigar as irregularidades e buscar soluções para proteger os direitos dos trabalhadores.

A reportagem do Portal AM POST tentou contato com a empresa Madim por meio de ligação telefônica no número 3304-9188 e pelas redes sociais, mas não obteve resposta.

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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