Funcionários dispensados do projeto ‘Castramóvel’ cobram apoio da deputada Joana Darc para receberem direitos trabalhistas
“Fez tanto barulho pela Capivara Filó e as pessoas que trabalharam para ela no projeto não fala nada”, disse um dos denunciantes.
- Foto: Divulgação
Um grupo de cerca de 40 funcionários afirma que foi dispensado do projeto Castramóvel há mais de um mês e ainda não recebeu direitos trabalhistas. Os servidores procuraram a reportagem do Portal AM POST para denunciar o caso e cobrar um posicionamento da deputada estadual Joana Darc que é idealizadora das Unidades Móveis, adquiridas com emenda parlamentar dela.
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Os Castramóveis, que realizam castração gratuita de animais, estão inoperantes porque o contrato da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) com a Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental (AADESAM) – responsável pelo funcionamento – não foi renovado.
Os denunciantes, que preferiram não se identificar com medo de retaliação, afirmam que todos foram admitidos por meio de contrato de Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e no dia 15 de maio deste ano foram dispensados e orientados a esperar que no prazo de 10 dias a AADESAM entraria em contato para acertar rescisão trabalhista e FGTS, o que não aconteceu. Ao procurarem a Agência para cobrar uma resposta não obtiveram retorno. Eles também dizem que somente alguns conseguiram receber.
Agora esses trabalhadores dizem que se sentem lesados e cobram que a deputada estadual Joana Darc lute por eles com o mesmo empenho que dedicou em abril deste ano para resgatar a Capivara Filó do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
“Queríamos só uma resposta, principalmente dela [Joana Darc], como idealizadora do projeto. Ela fez tanto barulho pela Capivara Filó e as pessoas que trabalharam para ela no projeto não fala nada”, disse um dos denunciantes.
A reportagem do AM POST entrou em contrato com as assessorias tanto da deputada Joana Darc quanto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA) para cobrar um posicionamento sobre o caso dos trabalhadores mas até o fechamento desta matéria não obteve retorno. Este texto será atualizado caso as respostas sejam enviadas.
Redação AM POST*
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