Juíza suspende leilão da sede do Atlético Rio Negro Clube

Os efeitos suspensivos seguem valendo até o trânsito em julgado dos embargos, conforme decisão.

Redação AM POST

O leilão que arrematou a sede do Atlético Rio Negro Clube foi suspenso, nessa terça-feira (30), em decisão proferida pela juíza Maria de Lourdes Montenegro do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região. O empresário coreano Sung Un Song, dono da empresa Digitron, instalada no Polo Industrial de Manaus, arrematou o imóvel R$ 3,6 milhões

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A diretoria do Rio Negro Clube recorreu contra o leilão que arrematou a sede do clube de futebol centenário no dia 22 de março. Segundo a defesa do clube, o valor arrematado de R$ 3,6 milhões é inferior ao preço do imóvel avaliado de R$ 9 milhões.

Os efeitos suspensivos seguem valendo até o trânsito em julgado dos embargos, de acordo com a decisão.

O presidente do Atlético Rio Negro Clube, Jefferson Oliveira, publicou um comunicado oficial informando que não desistirá de lutar pela sede e que manterá esforços para manter em posse do clube.

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“Acreditamos ser inadmissível dar seguimento ao leilão nos termos citados, com o preço estipulado em menos de 50% de seu valor avaliado. Além disso, jamais deixaremos a história de nossa sede e clube, que andam juntas, serem apagadas do nosso Estado. (…) Vamos nos unir para ver o clube no mais alto patamar que ele merece, porém não apartado ou partido ao meio, mas junto com o seu mais precioso bem material, sua tradicional e imponente Sede Dórica com seu tradicional Salão dos Espelhos, sua piscina de tantos campeões e ginásio poliesportivo de jogos e eventos inesquecíveis”, pontuou o presidente.