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Justiça do AM nomeia filho primogênito de ‘Passarão’ para ser inventariante do espólio deixado pelo empresário em Manaus

Herdeiros acionaram a justiça para afastar a viúva e comprovaram a dilapidação patrimonial que estava acontecendo depois da morte do empresário.

  • Por AM POST

  • 07/10/2023 às 18:58

  • Atualizado em 07/10/2023 às 19:11

  • Leitura em dois minutos

Notícias do Amazonas – O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) determinou que Jean Bergson Lacet de Oliveira, filho primogênito do empresário José Ferreira de Oliveira, conhecido como Passarão, seja inventariante do espólio dele. A decisão ocorreu em acolhida ao pedido de quatro herdeiros do empresário que acionaram a justiça com o intuito de afastar a viúva Erisvanha Ramos e evitar a dilapidação do patrimônio após a morte de Passarão.

Na ação, os herdeiros do empresário mostraram evidências de dilapidação patrimonial que estaria ocorrendo desde o falecimento de Passarão, em maio deste ano. Eles apresentaram detalhes do casamento de uma das filhas da viúva, ocorrido na Itália, que teria custado mais de 5 milhões de euros e foi pago com dinheiro proveniente do espólio do empresário.

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Outra prova da dilapidação patrimonial, foram as imagens de vários voos no avião Falcon, pertencente ao espólio, que teriam sido usados para levar e trazer os convidados do casamento milionário na Itália.

O radialista Ronaldo Tiradentes, que era amigo de Passarão, divulgou nas redes sociais imagens do luxuoso casamento citado no processo.

Jean Bergson Lacet de Oliveira, o novo inventariante nomeado pelo Tribunal de Justiça, informou que pretende contratar uma auditoria independente para realizar uma avaliação justa e honesta de todo o patrimônio deixado por Passarão. O objetivo é garantir que os direitos dos herdeiros não sejam prejudicados e que eventuais dilapidações patrimoniais sejam identificadas e corrigidas.

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Além de afastar a viúva Erisvanha Ramos, os herdeiros também buscam anular a participação dela como sócia majoritária das empresas do Grupo Chibatão, pertencentes ao espólio de Passarão. Alegam que a entrada da viúva como sócia violou o direito à legítima, uma vez que as cotas societárias foram adquiridas antes do casamento e por meio de doações dos filhos, sem comunicação para fins de meação.

A nomeação de Jean Bergson Lacet de Oliveira como inventariante do espólio de José Ferreira de Oliveira, o Passarão, é um importante passo para proteger os interesses dos herdeiros e evitar a dilapidação do patrimônio deixado pelo empresário. Cabe ao inventariante a responsabilidade de administrar o processo de inventário de forma transparente, justa e em conformidade com a lei.

Redação AM POST*

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