Mãe de bebê morta e outras 15 pessoas começam a ser julgadas por linchar e queimar vivo estuprador da criança no Amazonas
O suspeito foi retirado à força da delegacia da cidade por moradores revoltados, espancado e queimado vivo.

Foto: Reprodução
Notícias do Amazonas – Começa nesta segunda-feira (7) o julgamento de Vitória Assis Nogueira, mãe da bebê Laylla Vitória, de 1 ano e 7 meses, estuprada e morta em setembro de 2024, no município de Jutaí, a 751 km de Manaus. Ela e outras 15 pessoas respondem pela morte de Gregório Patrício da Silva, apontado como autor do crime brutal contra a criança. O suspeito foi retirado à força da delegacia da cidade por moradores revoltados, espancado e queimado vivo.
PUBLICIDADE
O caso causou forte comoção no Amazonas. Gregório, que trabalhava como vendedor de picolé, confessou à polícia que estuprou e matou Laylla, e jogou o corpo da bebê no rio. Horas após sua prisão, uma multidão se reuniu diante da delegacia, invadiu o local e o retirou da cela. Armados com pedaços de madeira, espancaram o homem, e, em seguida, um dos envolvidos ateou fogo em seu corpo com gasolina.
A mãe da vítima, Vitória Assis, está presa preventivamente há oito meses no Complexo Penitenciário Feminino de Manaus. Segundo a defesa, ela não participou da ação violenta que resultou na morte do estuprador e sequer incitou a população a invadir a delegacia.
PUBLICIDADE
“Esse processo é vergonhoso do ponto de vista moral. Um estranho estuprou e matou uma criança inocente. Até hoje a mãe da vítima está presa de forma preventiva, covarde e vil”, declarou o advogado Vilson Benayon. “Ela está sofrendo uma penalidade dupla. Além de perder a filha de forma cruel, ainda foi injustamente acusada de envolvimento na morte do autor do crime.”
Leia mais: Veja reação de mãe ao saber que filha foi estuprada e morta em Jutaí, no Amazonas
Os 16 réus, incluindo a mãe da criança, respondem por homicídio qualificado. A audiência será decisiva para o desfecho judicial do caso que ainda mobiliza a opinião pública e levanta debates sobre justiça, linchamento e responsabilidade coletiva diante de crimes bárbaros.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





