Marciele surge em ave gigante e encanta todos no Bumbódromo de Parintins
Cunhã do Caprichoso protagonizou uma das entradas mais impactantes da noite durante a apresentação da Lenda Amazônica “Nhaçã Hekã – Macacos Comedores de Gente”.

(Foto: Reprodução)
(Resumo)
- Marciele Albuquerque fez sua evolução na terceira noite do Festival de Parintins.
- A Cunhã-Poranga entrou na arena transportada por uma ave cenográfica de grandes proporções.
- A apresentação integrou a Lenda Amazônica “Nhaçã Hekã – Macacos Comedores de Gente”.
- O espetáculo apostou em efeitos especiais, iluminação e alegorias com movimentos para fortalecer a narrativa.
A entrada da Cunhã-Poranga do Caprichoso, Marciele Albuquerque, foi um dos momentos de maior impacto visual da última noite do 59º Festival Folclórico de Parintins. A item 9 surgiu conduzida por uma gigantesca ave alegórica que percorreu a arena do Bumbódromo até o palco praticável, onde realizou sua evolução diante da comissão julgadora.
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A cena arrancou aplausos das arquibancadas e reforçou o espetáculo visual preparado pelo boi azul e branco para o encerramento da disputa.
Qual lenda foi apresentada pelo Caprichoso?
A performance fez parte da Lenda Amazônica “Nhaçã Hekã – Macacos Comedores de Gente”, um dos quadros do espetáculo “O Brinquedo da Resistência Canta: Norte Brasil – O Chão de Bravos”.
O enredo resgata uma narrativa tradicional da Ilha do Bananal, na qual o jovem guerreiro Maricá enfrenta criaturas gigantes que aterrorizam sua aldeia. Com o auxílio de seres encantados da floresta, ele descobre como derrotar os macacos e devolve a tranquilidade ao seu povo.
O que chamou atenção na alegoria?
Assinada pelo artista Gereca Pantoja, a estrutura cenográfica apostou em tecnologia e movimentos para ampliar a imersão do público.
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Entre os destaques estavam:
- uma ave alegórica de grandes dimensões;
- mecanismos que davam movimento à estrutura;
- efeitos de iluminação sincronizados;
- olhos iluminados e elementos cenográficos móveis que reforçavam o clima da narrativa.
O conjunto criou um cenário dinâmico que acompanhou toda a evolução da Cunhã-Poranga na arena.
Por que a apresentação foi um dos destaques da noite?
A combinação entre alegoria monumental, interpretação da item e efeitos visuais transformou a apresentação em um dos momentos mais comentados da terceira noite do festival.
Além de valorizar uma lenda inspirada na tradição dos povos originários da Ilha do Bananal, o quadro evidenciou a proposta artística do Caprichoso de unir tecnologia, cultura amazônica e identidade indígena em um espetáculo de grande impacto visual.
Olhar regional
As entradas da Cunhã-Poranga costumam ser um dos momentos mais aguardados pelos torcedores no Bumbódromo. Em 2026, o Caprichoso apostou em uma composição cênica de grande porte para destacar Marciele Albuquerque, reforçando a importância da item na construção da narrativa e na disputa dos pontos com o Garantido.
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