Maria do Carmo critica abandono da Cidade Universitária e exalta expansão da Fametro
Após investimento milionário dos cofres pública, a Cidade Universitária encontra-se abandonado há anos, restando apenas o chamado “esqueleto” da obra.
- Foto: reprodução
Notícias do Amazonas – A empresária e reitora da Fametro, Maria do Carmo, pré-candidata ao Governo do Amazonas pelo Partido Liberal (PL), afirmou que uma pesquisa de consumo interno realizada por sua equipe aponta que seis em cada dez amazonenses desejam mudança no cenário político do Estado. A declaração foi dada durante entrevista ao A Crítica Podcast, onde ela detalhou sua visão e propostas para a disputa eleitoral.
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Segundo a pré-candidata, a mudança citada pelos eleitores significa sentir que é possível alcançar objetivos e sonhos, o que, em grande escala, depende de ações efetivas do poder público. “Acredito que esta será a eleição da mudança e, como pré-candidata, venho com essa proposta”, declarou Maria do Carmo.
Ela destacou o legado que construiu no setor privado, com presença da Fametro em 42 municípios do Amazonas e em outras regiões do país, além de ações como o resgate do Hotel Tropical e da Santa Casa de Misericórdia. Para Maria, esses resultados mostram que é possível transformar realidades mesmo com orçamentos mais modestos do que os do poder público.
“É preciso mostrar o que você já fez, e os meus possíveis adversários já tiveram a oportunidade de fazer e não fizeram essa transformação. Não é querer cutucar, mas olha a Cidade Universitária… meu orçamento não chega nem perto do que foi gasto com a Cidade Universitária, mas olha onde a gente chegou”, provocou.
Crítica à Cidade Universitária
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O projeto da Cidade Universitária da UEA (Universidade do Estado do Amazonas) foi idealizado durante a gestão do então governador e hoje senador Omar Aziz (PSD), também pré-candidato ao governo. Orçado em R$ 300 milhões, o empreendimento teve apenas sua estrutura inicial construída e, apesar do investimento milionário, encontra-se abandonado há anos, restando apenas o chamado “esqueleto” da obra.
Maria do Carmo usou o exemplo para reforçar seu argumento de que a gestão de recursos e a execução de projetos precisam ser prioridades. Segundo ela, não basta ter orçamento elevado se não houver planejamento e compromisso para transformar obras em benefícios concretos para a população.
A pré-candidata disse acreditar que sua experiência no setor educacional privado pode ser diferencial na política, apostando em uma campanha que apresentará resultados já alcançados como prova de capacidade de gestão.
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