Motoristas são orientados a adotar rotas alternativas após rompimento de aterro na BR-319; veja quais
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esclareceu que não houve queda da estrutura da ponte em construção.
- (Foto: Divulgação)
Notícias do Amazonas O rompimento de um aterro no km 23 da BR-319, na travessia do Rio Curuçá, causou a interrupção total do tráfego neste domingo (1º). A estrutura de barro, construída para igualar a altura da rampa de acesso à balsa, foi levada pela forte correnteza do rio, impossibilitando a passagem de veículos, especialmente os de grande porte.
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Vídeos divulgados nas redes sociais entre a noite de sábado (31) e a madrugada de domingo mostram a situação crítica: passageiros de ônibus a pé e filas quilométricas de veículos. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esclareceu que não houve queda da estrutura da ponte em construção, mas apenas o rompimento do aterro que servia como entrada e saída para a balsa. Com isso, a via permanece totalmente interditada.
A interrupção do acesso à balsa impacta diretamente a mobilidade entre os municípios de Careiro e Manaus, gerando grandes dificuldades para o abastecimento local e atrasando a chegada de clientes a estabelecimentos, como hotéis. Motoristas são forçados a adotar rotas alternativas, o que implica em percursos mais longos e desgaste adicional.
Além das balsas que realizam a travessia normal para o porto da Gutierrez e para o Careiro Várzea, há também opções para quem segue viagem para Autazes e outras localidades, buscando minimizar o impacto da situação. A movimentação no porto da CEASA permanece intensa, com balsas sendo preenchidas para atender à demanda.
Os motoristas que estão realizando a travessia não estão parando no tradicional porto do Careiro. De acordo com informações preliminares, a balsa agora está fazendo um desvio e parando após a ponte, no quilômetro 12, permitindo que os veículos sigam pela BR-319.
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Essa mudança implica em uma viagem um pouco mais longa de balsa, resultando em um atraso em relação ao percurso convencional, que geralmente termina no porto do Careiro. Agora, os motoristas precisam percorrer essa distância extra, o que torna a viagem mais desgastante, especialmente considerando os 12 km adicionais pela BR-319.
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