MP e UEA firmam acordo para garantir acessibilidade em escola de Ciências da Saúde
Termo prevê adaptações estruturais como elevadores, banheiros e espaços inclusivos para alunos com deficiência

Foto: Divulgação
Resumo
MPAM e UEA assinam acordo para corrigir falhas de acessibilidade na Escola Superior de Ciências da Saúde, em Manaus.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Notícias do Amazonas – O Ministério Público do Amazonas (MPAM) e a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para corrigir falhas de acessibilidade na Escola Superior de Ciências da Saúde (ESA).
A medida foi adotada após investigação apontar irregularidades na estrutura da unidade, que dificultavam o acesso de estudantes com deficiência.
PUBLICIDADE
Leia também: Família de ‘Sicário’ aciona STF para acessar inquérito sobre morte
Problemas identificados
O inquérito civil apontou diversas inconformidades no prédio, incluindo falhas no funcionamento de elevadores e ausência de banheiros adaptados.
Também foram identificadas dificuldades de acesso a laboratórios e outros espaços acadêmicos por estudantes cadeirantes.
Medidas previstas no acordo
O TAC estabelece uma série de adequações obrigatórias, entre elas:
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Adequação dos elevadores para acessibilidade
Criação de espaço adequado para descanso e crise sensorial
Reserva de vagas de estacionamento para PcDs
Melhorias no acesso a laboratórios e salas
Instalação de banheiros adaptados
Prazo para adequações
As melhorias já estavam previstas em um plano de ação anterior, com prazo até dezembro de 2025, mas não foram concluídas.
PUBLICIDADE
Com o novo acordo, a expectativa é que todas as adequações sejam finalizadas até o segundo semestre de 2026.
Origem da investigação
O caso teve início em 2023, após denúncias sobre a falta de estrutura adequada para estudantes com deficiência na instituição.
Desde então, a universidade apresentou avanços, mas ainda não havia cumprido integralmente as exigências.
Compromisso com inclusão
Segundo o promotor de Justiça Vítor Moreira da Fonsêca, responsável pelo caso, o acordo representa um avanço importante.
“Um prédio que forma profissionais de saúde precisa, antes de tudo, ser acessível a todos”, destacou.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





