MPAM investiga vereador de Manaquiri por nepotismo
Além do crime de nepotismo, o MPAM afirma que apura outros atos de improbidade praticados pelo vereador no município.
- Foto: Divulgação
O vereador de Manaquiri Everton Estevam Jacob, conhecido como Eto Jacob, virou alvo de um inquérito civil no Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), que investiga suposta prática de nepotismo e outros atos de improbidade praticados pelo parlamentar no município.
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“Considerado que o nepotismo é incompatível com o conjunto de normas éticas abraçadas pela sociedade brasileira e pela moralidade administrativa; que é uma forma de favorecimento intolerável em face da impessoalidade administrativa; e que, sendo praticado reiteradamente, beneficiando parentes em detrimento da utilização de
critérios técnicos para o preenchimento dos cargos e funções públicas de alta relevância, constitui ofensa a eficiência administrativa necessária no serviço publico”, diz um trecho do documento, que consta no Diário Oficial do MPAM da edição desta segunda-feira (20).
- Foto: Reprodução
O Portal AM POST apurou que Eto Jacob teria usado de sua influencia como vereador para colocar a mulher, o primo e o irmão para ocupar cargos na prefeitura do município e na Secretaria de Assistência Social (Semas). Os salários variam entre R$ 1.320,00 a R$ 3.500.
A reportagem entrou em contato com o vereador por telefone para saber se ele já foi notificado da decisão do MPAM e o que tem a falar sobre as denúncias de nepotismo. Até a publicação desta matéria, o parlamentar ainda não havia respondido, mas o espaço segue aberto.
Leia o documento completo: Decisão do MPAM
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