MPAM pede revisão de decisão sobre flutuantes e preservação do Tarumã-Açu
Agravo de instrumento pede revisão de decisão que indeferiu barreiras de contenção, retirada de flutuantes e criação de unidade gestora.

Foto: divulgação
Resumo
A matéria informa que o Ministério Público do Estado do Amazonas entrou com recurso contra decisão judicial que negou medidas urgentes para garantir o cumprimento de uma ação civil pública voltada à organização e preservação da área do Tarumã-Açu. O texto detalha os pontos contestados pelo MPAM, como a instalação de barreiras de contenção, a atualização do mapeamento de flutuantes, a retirada de estruturas consideradas irregulares e a criação de uma unidade gestora da bacia, além das justificativas apresentadas pela promotoria.
Notícias do Amazonas – O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) ajuizou, nesta terça-feira (13), um agravo de instrumento contra decisão judicial que negou a adoção de providências urgentes para assegurar o cumprimento de uma ação civil pública (ACP) relacionada à organização da área do Tarumã-Açu. O recurso busca reverter o indeferimento de medidas consideradas essenciais para a preservação ambiental da orla.
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