MPF investiga falta de prestação de contas de recursos para enchentes em Coari na gestão de Keitton Pinheiro
Inquérito Civil apura aplicação de verbas federais destinadas ao enfrentamento das enchentes entre 2022 e 2023.
- O MPF instaurou um Inquérito Civil para apurar a falta de prestação de contas dos recursos federais enviados ao município de Coari para atender a população atingida por enchentes entre julho de 2022 e janeiro de 2023.
- A investigação foi motivada por decisão do TCU (Acórdão nº 4.620/2025), que apontou a necessidade de aprofundar a fiscalização sobre a utilização das verbas.
- Serão verificados a aplicação dos recursos, a prestação de contas, a documentação das despesas e a possível responsabilidade de gestores públicos pela ausência das informações.
- Ao final, o MPF pode arquivar, recomendar/regularizar administrativamente, firmar acordos ou adotar medidas judiciais se houver indícios de irregularidades ou dano ao patrimônio público.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
- Foto: reprodução
Notícias do Amazonas – O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um Inquérito Civil para apurar a ausência de prestação de contas dos recursos federais enviados ao município de Coari para atender a população afetada pelas enchentes ocorridas entre julho de 2022 e janeiro de 2023. A medida foi publicada no Diário do Ministério Público Federal Eletrônico e tem como fundamento o Acórdão nº 4.620/2025 do Tribunal de Contas da União (TCU), que apontou a necessidade de aprofundar a fiscalização sobre a utilização das verbas.
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Os fatos investigados ocorreram durante a administração do então prefeito Keitton Pinheiro, que à época era filiado ao Progressistas (PP) e atualmente integra o Avante.
O que será apurado pelo Inquérito Civil
Segundo a portaria do MPF, a investigação busca verificar se os recursos transferidos pela União foram devidamente aplicados nas ações emergenciais destinadas à população atingida pelas cheias.
Entre os principais pontos que serão analisados estão:
- a aplicação dos recursos federais;
- a prestação de contas das verbas recebidas;
- a documentação comprobatória das despesas;
- eventual responsabilidade dos gestores públicos pela ausência das informações.
Nesta fase, o procedimento possui caráter investigatório e não representa conclusão sobre eventual irregularidade ou responsabilização dos envolvidos.
Confira DMPF-EXTRAJUDICIAL-2026-07-17
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Quais recursos são alvo da investigação
As verbas federais foram destinadas às ações de resposta às enchentes que atingiram Coari entre julho de 2022 e janeiro de 2023. Esse tipo de recurso é liberado pela União para auxiliar municípios em situação de emergência ou calamidade pública, permitindo a execução de medidas emergenciais voltadas ao atendimento da população afetada.
A correta prestação de contas é uma exigência legal para comprovar a destinação do dinheiro público e garantir transparência na aplicação dos recursos.
Qual foi o papel do TCU no caso
A instauração do Inquérito Civil ocorreu com base no Acórdão nº 4.620/2025 do Tribunal de Contas da União. O documento identificou elementos que justificam uma apuração mais aprofundada sobre a ausência de comprovação da aplicação dos recursos federais destinados ao município.
Com a abertura do procedimento, o MPF poderá requisitar documentos, ouvir responsáveis e adotar outras diligências para esclarecer os fatos.
O que pode acontecer após a investigação
Após reunir as informações necessárias, o Ministério Público Federal poderá:
- arquivar o procedimento, caso não sejam encontradas irregularidades;
- recomendar medidas administrativas para regularização da prestação de contas;
- firmar acordos para correção das pendências;
- ou adotar medidas judiciais, caso identifique indícios de irregularidades ou dano ao patrimônio público.
A abertura do Inquérito Civil não significa que houve irregularidade comprovada, mas representa uma etapa de investigação para verificar a correta utilização dos recursos públicos.
As enchentes atingem anualmente dezenas de municípios amazonenses e exigem o envio de recursos federais para assistência humanitária, recuperação da infraestrutura e apoio às famílias afetadas. A fiscalização desses repasses é considerada essencial para garantir que o dinheiro público chegue efetivamente às comunidades atingidas e seja aplicado conforme a finalidade prevista.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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