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PF indicia 13 pessoas por mortes de ribeirinhos e indígenas do rio Abacaxis, no Amazonas

Investigação identificou os coordenadores e executores dos oito homicídios.

07/05/2025 às 21:21

  • A Polícia Federal concluiu investigação sobre oito assassinatos e abusos atribuídos a policiais militares contra indígenas e ribeirinhos próximo ao rio Abacaxis, no Amazonas, em 2020.
  • Foram indiciados 13 investigados, incluindo dois comandantes acusados de liderar e dificultar a apuração dos crimes, que incluem homicídio qualificado, sequestro, tortura e formação de milícia.
  • A PF segue monitorando a região em parceria com outras instituições para garantir a segurança dos habitantes locais.

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Notícias policiais – A Polícia Federal concluiu o inquérito sobre uma série de oito assassinatos e abusos que teriam sido cometidos por policiais militares estaduais contra a população ribeirinha e indígena, nos arredores do rio Abacaxis, municípios de Borba e Nova Olinda do Norte, no Amazonas, em agosto de 2020. O Estadão busca contato com a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas. O espaço está aberto.

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Segundo a PF, naquela ocasião, foi deflagrada pela Secretaria de Segurança Pública e Polícia Militar do Amazonas a operação “Lei e Ordem” na região do rio Abacaxis.

Durante a missão, policiais militares teriam cometido abusos, como ameaça, tortura, violação de domicílio e homicídios.

Leia mais: PF acompanha investigações do ‘massacre no Rio Abacaxis’, no Amazonas

Ao longo de quatro anos de investigação, a PF indiciou 13 investigados. Em nota divulgada nesta quarta, 7, a PF destaca que “identificou os coordenadores e executores dos oito homicídios cometidos contra indígenas e ribeirinhos”.

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A PF apurou ainda que “duas autoridades exerciam a função de comandar as graves violações de direitos humanos, dificultando que agentes públicos de outras instituições acompanhassem o caso e, por fim, garantindo que os 11 executores não fossem investigados ou punidos”.

Os investigados foram indiciados pelos crimes de homicídio qualificado, sequestro e cárcere privado, destruição, subtração ou ocultação de cadáver, vilipêndio a cadáver, constituição de milícia privada, fraude processual e tortura.

A PF informou que “continua monitorando os riscos aos habitantes da região do Rio Abacaxis, em conjunto com outras agências e instituições públicas”.

Estadão Conteúdo

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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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