Presença de João Roberto Marinho em Parintins aumenta rumores sobre interesse da Rede Globo no Festival
TV A Crítica mantém direitos da transmissão até 2030
- Foto: Reprodução
Resumo
- O que aconteceu: A presença de João Roberto Marinho em Parintins aumentou as especulações sobre uma possível investida da Globo pelos direitos de transmissão do festival.
- Situação atual: A TV A Crítica detém os direitos de transmissão do Festival Folclórico de Parintins por contrato com vigência até 2030.
- Histórico: Nos últimos anos, houve tentativas de levar a transmissão para a Globo, mas o contrato permaneceu com a emissora amazonense.
- O que está em jogo: O crescimento nacional da festa transformou os direitos de transmissão em um dos ativos mais valiosos da comunicação regional.
Notícias do Amazonas – A passagem de João Roberto Marinho, presidente do Conselho de Administração do Grupo Globo, pelo 59º Festival Folclórico de Parintins movimentou os bastidores da comunicação brasileira.
Conhecido por manter perfil discreto, o empresário circulou pela cidade, acompanhou as apresentações dos bois Garantido e Caprichoso em camarotes e conversou com autoridades locais, entre elas o prefeito Mateus Assayag. A visita foi interpretada por integrantes do setor como um indicativo de que a Globo acompanha de perto o crescimento da festa e poderá disputar futuramente os direitos de transmissão do evento.
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Quem transmite atualmente o Festival de Parintins
Atualmente, a transmissão oficial do Festival Folclórico de Parintins pertence à TV A Crítica. A emissora amazonense investiu em uma ampla estrutura para a cobertura da edição de 2026, ampliando equipes técnicas, transmissão ao vivo e produção de conteúdo, em uma operação considerada uma das maiores já realizadas pela empresa no evento.
Segundo informações de bastidores, o contrato vigente garante à TV A Crítica os direitos de transmissão até 2030.
A Globo já tentou transmitir o Festival anteriormente
Nos últimos anos, a possibilidade de a Globo assumir a transmissão do Festival de Parintins chegou a ser debatida nos bastidores políticos e empresariais do Amazonas. Na época, o então governador Wilson Lima defendeu publicamente que uma emissora de alcance nacional poderia ampliar ainda mais a visibilidade da festa para o restante do país. Entretanto, a iniciativa não avançou e os direitos permaneceram com a TV A Crítica, que manteve o contrato vigente.
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Por que o Festival de Parintins se tornou estratégico para as emissoras
O Festival Folclórico de Parintins vive um período de expansão nacional.
Além do crescimento do turismo e da audiência nas plataformas digitais, a festa ganhou projeção em todo o país após a participação de representantes dos bois-bumbás em programas de grande alcance.
Entre os fatores apontados por especialistas do setor estão:
- aumento do interesse comercial e publicitário;
- fortalecimento da cultura amazônica em rede nacional;
- crescimento da audiência nas transmissões digitais;
- maior procura por conteúdos relacionados ao Festival durante todo o ano.
Esse cenário elevou o valor estratégico dos direitos de transmissão, tornando o evento um dos principais ativos culturais da Região Norte.
Embora existam especulações sobre uma futura disputa entre grandes grupos de comunicação, não há anúncio oficial sobre mudanças nos direitos de transmissão do Festival de Parintins. Como a TV A Crítica possui contrato em vigor até 2030, qualquer alteração dependeria de negociações futuras entre as partes envolvidas.
Até o momento, Globo e TV A Crítica não anunciaram oficialmente qualquer negociação relacionada à transferência dos direitos.
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