Quatro réus são condenados por matar advogado na saída de restaurante em Manaus
Vítima foi surpreendida por criminosos armados na avenida Santos Dumont, na zona Centro-Oeste da capital. Crime ocorreu em 2023 e teve grande repercussão na cidade.

Advogado e servidor do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, Erwin Rommel Godinho Rodrigues, crime que ocorreu em março de 2023 em Manaus. FOTO: Reprodução
Resumo:
Quatro homens foram condenados pelo assassinato do advogado e servidor do TCE-AM Erwin Rommel Godinho Rodrigues, morto a tiros em 2023 após sair de um restaurante em Manaus.
Notícias do Amazonas – Quatro réus foram condenados pelo assassinato do advogado e servidor do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, Erwin Rommel Godinho Rodrigues, crime que ocorreu em março de 2023 em Manaus.
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O julgamento foi realizado na 3ª Vara do Tribunal do Júri, com atuação do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), representado pelos promotores José Augusto Palheta Taveira Júnior e Thiago de Melo Roberto Freire.
O Conselho de Sentença reconheceu a prática de homicídio qualificado e fixou penas que chegam a mais de 21 anos de prisão.
Crime ocorreu após saída de restaurante
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o advogado foi atacado ao sair de um restaurante localizado na avenida Santos Dumont, na zona Centro-Oeste da capital.
Os criminosos aguardavam em um veículo nas proximidades e realizaram diversos disparos de arma de fogo contra a vítima.
Erwin Rommel chegou a ser socorrido e levado ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu aos ferimentos.
O caso gerou grande repercussão na capital amazonense na época do crime.
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Penas aplicadas aos acusados
Após o julgamento, as penas definidas foram:
I.S.A.: 21 anos e 10 meses de prisão
E.F.V.: 18 anos e 9 meses de prisão
H.K.O.C.: 15 anos e 7 meses de prisão
J.G.S.A.: 15 anos e 7 meses de prisão
Durante a sustentação em plenário, o promotor José Augusto Palheta destacou o papel da Justiça diante de crimes graves.
“Nenhuma decisão judicial é capaz de devolver a vida de uma vítima, mas a responsabilização dos autores representa uma resposta necessária da Justiça e reafirma que a violência não ficará impune”, afirmou.
Da decisão ainda cabe recurso.
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