Ream e outras refinarias privadas travam batalha judicial após Petrobras “abrasileirar” preço do petróleo vendido no país
As refinarias criaram a Associação Brasileira de Refino Privado (Refina Brasil) e pedem isonomia na política de preços.
- Foto: Divulgação
As refinarias privadas, entre elas a Refinaria da Amazônia (Ream), comprada pelo Grupo Atem em dezembro de 2022, abriram uma batalha judicial contra a Petrobras após a estatal ter decidido desde o mês passado “abrasileirar” o preço do petróleo vendido no país e assim aumentar a produção de combustível usando a completa capacidade de refino das refinarias próprias.
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As refinarias criaram a Associação Brasileira de Refino Privado (Refina Brasil) composta pelo megafundo árabe Mubadala Capital, a Atem e mais quatro empresas menores que são responsáveis juntos pelo refino de 20% dos combustíveis que abastecem os veículos dos brasileiros.
A Refina Brasil reclama que a Petrobras vende para suas refinarias próprias petróleo a preços mais baratos e quer ter o mesmo direito e assim uniformizar o preço que chega ao consumidor.
Elas entraram como ação no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A Refina Brasil trouxe a tona uma ação que a Petrobras perdeu para a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), que trazia combustíveis de fora do País e obrigava as refinarias da Petrobras a comercializar o combustível produzido no Brasil pelo mesmo preço.
A Associação cobra a isonomia na política de preços, algo que a Petrobras já praticou quando tinha BR Distribuidora e vendia combustíveis para todas as distribuidoras pelo mesmo preço.
*Com informações do Real Time1
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