Rio Negro desce 52 cm em uma semana em Manaus com chuvas abaixo da média na Amazônia
Vazante ganhou intensidade na Bacia do Amazonas, mas maioria dos rios ainda apresenta níveis dentro da normalidade para o período, segundo o Serviço Geológico do Brasil.
- O monitoramento aponta vazante continuada em boa parte da Bacia Amazônica, com o rio Negro chegando a 26,55 m em Manaus após queda de 52 cm na semana, e quedas também no Solimões (4,50 m em Tabatinga) e em Careiro (14,30 m) e Itacoatiara (12,02 m).
- Na bacia do rio Branco, os níveis são os menores para o período, com Boa Vista em 1,71 m e Caracaraí em 2,46 m, enquanto o rio Acre sobe em Rio Branco, interrompendo a sequência de quedas.
- As previsões indicam chuvas abaixo da média e risco de agravamento da seca nos próximos meses, o que pode manter os rios em níveis críticos, especialmente na bacia do Branco entre fev e mar.
Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.
Notícias do Amazonas – O rio Negro desceu 52 centímetros em uma semana em Manaus e atingiu a cota de 26,55 metros nesta terça-feira (11). O recuo ocorre em um cenário de chuvas abaixo da média na Bacia do Amazonas, condição que tem intensificado o processo de vazante dos rios.
Os dados constam no 32º Boletim de Alerta Hidrológico da Bacia do Amazonas, divulgado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB).
Apesar da redução dos níveis, a maioria das estações monitoradas permanece dentro da faixa considerada normal para esta época do ano. A principal exceção está na bacia do rio Branco, em Roraima, onde os níveis já são os menores registrados para o período.
Rio Negro chega a 26,55 metros em Manaus
Em Manaus, o rio Negro mantém o processo de descida e chegou aos 26,55 metros após perder 52 centímetros em sete dias.
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O comportamento acompanha a redução registrada em diferentes pontos da Bacia Amazônica diante dos volumes de chuva abaixo da média.
No rio Solimões, em Tabatinga, no interior do Amazonas, a queda foi ainda maior. O nível recuou 91 centímetros durante a semana e chegou a 4,50 metros.
Em Manacapuru, o rio baixou 47 centímetros e atingiu a cota de 17,40 metros.
Rios também descem em Beruri, Humaitá, Careiro e Itacoatiara
Na bacia do rio Purus, a estação localizada em Beruri registrou redução de 49 centímetros durante a semana. O nível chegou a 18,55 metros.
O rio Madeira também apresentou queda. Em Porto Velho (RO), foram 18 centímetros de redução, levando a cota para 5,57 metros.
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Em Humaitá, no Amazonas, o Madeira baixou 24 centímetros. Segundo o monitoramento, o resultado representa uma desaceleração no ritmo da vazante em comparação com a semana anterior. Apesar da descida, os níveis permanecem acima da mediana histórica.
No rio Amazonas, Careiro registrou redução de 48 centímetros, com a cota chegando a 14,30 metros. Em Itacoatiara, a descida foi de 42 centímetros, e o nível atingiu 12,02 metros.
Rio Acre interrompe sequência de descidas
Enquanto grande parte das estações registrou redução, o rio Acre apresentou um movimento diferente em Rio Branco, capital acreana.
O nível subiu 12 centímetros durante a semana e chegou a 2,17 metros, interrompendo pontualmente a sequência de quedas observada nas semanas anteriores.
Rio Branco atinge níveis mínimos para o período
A situação mais crítica apontada pelo monitoramento está na bacia do rio Branco, em Roraima.
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As estações acompanhadas pelo SGB continuaram registrando vazante durante os últimos sete dias, com níveis muito abaixo da faixa de normalidade.
Em Boa Vista, o rio Branco baixou 27 centímetros e chegou a 1,71 metro. Em Caracaraí, a redução foi de 49 centímetros, levando o nível para 2,46 metros.
Segundo o SGB, as cotas registradas já são as menores para esta época do ano.
A situação chama atenção porque a região ainda está em seu período chuvoso, quando normalmente são registrados níveis mais elevados nos rios.
No mesmo período de 2025, por exemplo, o rio Branco estava em 3,62 metros em Boa Vista, quase dois metros acima da cota atual.
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Previsão de pouca chuva aumenta risco de agravamento da seca
O cenário na bacia do rio Branco pode se tornar mais crítico nos próximos meses. As previsões indicam possibilidade de chuvas abaixo da média, o que pode contribuir para a continuidade da descida dos rios.
Caso o cenário se confirme, a região poderá chegar aos próximos meses com níveis criticamente baixos. Historicamente, as menores cotas nessa bacia ocorrem entre fevereiro e março.
O SGB ressalta que os níveis divulgados podem passar por ajustes após verificações realizadas presencialmente pelas equipes responsáveis pela rede hidrometeorológica.
Os dados utilizados no monitoramento são provenientes da Rede Hidrometeorológica Nacional (RHN), de responsabilidade da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e operada pelo SGB e instituições parceiras.
As projeções também estão sujeitas às incertezas próprias dos modelos hidrológicos utilizados no acompanhamento dos rios.
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Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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