TJAM mantém condenação e procurador terá que devolver quase R$ 20 milhões aos cofres públicos
Decisão unânime confirma sentença da 3ª Vara da Fazenda Pública.

(Foto: Divulgação)
Resumo
Primeira Câmara Cível do TJAM mantém condenação de procurador de contas Carlos Alberto de Souza Almeida à devolução de quase R$ 20 milhões aos cofres públicos.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Notícias do Amazonas – A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justica do Amazonas decidiu, por unanimidade, manter a condenação do procurador de contas Carlos Alberto de Souza Almeida à devolução de valores considerados indevidos ao erário estadual.
Com a incidência de juros e correção monetária acumulados ao longo da tramitação processual, o montante atualizado já se aproxima de R$ 20 milhões.
O colegiado confirmou a sentença anteriormente proferida pela 3ª Vara da Fazenda Pública, que havia fixado o débito inicial em pouco mais de R$ 4,5 milhões, antes das atualizações legais.
Ação teve origem em questionamento do Ministério Público
A controvérsia jurídica teve início a partir de uma ação civil pública proposta pelo Ministerio Publico do Amazonas. O órgão questionou o recebimento de pagamentos classificados como indenizações e remunerações retroativas por parte do procurador.
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
Segundo a decisão mantida pelo tribunal, os valores foram considerados irregulares, ensejando a obrigação de ressarcimento aos cofres públicos. Com a atualização monetária e a aplicação de juros legais, o montante sofreu aumento significativo ao longo dos anos de tramitação.
LEIA MAIS: Polícia prende agiotas em Manaus após ameaças a servidores do TJAM
A decisão da Primeira Câmara Cível ainda pode ser objeto de novos recursos nas instâncias superiores, conforme prevê a legislação processual.
Encontrou algum erro? Clique aqui e nos ajude a melhorar a informação
Declaração de Transparência
Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
Siga-nos





