Prefeitura de Manaus e Associação dos Municípios do Amazonas iniciam tratativas de criação de comitê para combate às queimadas
A fumaça causada pelas queimadas tem prejudicado moradores de vários municípios do Estado.

Foto: Divulgação
Notícias do Amazonas – Para enfrentar as queimadas e os efeitos da fumaça que encobre a capital do Amazonas, a Prefeitura de Manaus, com a participação direta do prefeito David Almeida e da Semmas, em parceria com a Associação dos Municípios do Amazonas, presidida pelo prefeito de Rio Preto da Eva, Anderson José de Souza, fundamentados pela necessária construção de instrumentos que conduzam a uma gestão compartilhada ambiental da Região Metropolitana de Manaus, estão em tratativas para a criação do Comitê Intermunicipal Permanente da Região Metropolitana de Manaus para Governança Integrada em Meio Ambiente, Produção Rural, Desenvolvimento Sustentável e Defesa Civil.
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A iniciativa busca sustentar a atuação dos municípios envolvidos no processo de gestão, desenvolvimento e fortalecimento das atividades de forma regionalizada.
Dados do Programa Queimadas (BRQueimadas), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontam que o Amazonas registrou, de 1º/11 até este sábado, 4/11, 72 focos de queimadas. Ainda de acordo com o programa, Manaus não teve nenhum foco neste período. Os dados foram levantados pela Prefeitura de Manaus, via Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) e estão disponível para acesso no site do Inpe: http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/queimadas/bdqueimadas/.
O último dia que Manaus registrou um foco de queimada foi em 27 de outubro, quando o Aqua (satélite de referência) detectou um foco na zona rural da capital amazonense, nas imediações da BR-174, que liga o Amazonas ao Estado de Roraima (RR).
Além de combater o desmatamento e queimadas, o comitê vai em busca de verba para reestruturar e fortalecer ainda mais as equipes das secretarias de Meio Ambiente dos municípios. Pretende-se a interferência nas velhas práticas, adotando as tecnologias já definidas pela Embrapa, que contemplam também a agricultura familiar, visando a substituição do uso do fogo no preparo do solo.
“Todos estão alinhados. Já tivemos a reunião deliberativa e agora estamos trabalhando de forma estratégica para atuar contra essa prática em nossa região. Vamos punir aqueles que ainda insistem em cometer esse crime ambiental”, afirmou o secretário da Semmas, Antonio Stroski.
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*Com informações da assessoria
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