Volta a viralizar vídeo de artistas que protestaram pelo fim da destruição da Amazônia em 2019 e estão em silêncio diante das queimadas em 2023
É alarmante a ausência de posicionamento desses artistas diante das queimadas que assolam a Amazônia em 2023.
- Foto: reprodução
Notícias do Amazonas – Voltou a circular nas redes sociais um vídeo de um protesto feito em 2019 na praia de Ipanema, no Rio de Janeiro. O evento reuniu diversos artistas que caminharam até o Leblon pedindo o fim da destruição da Amazônia. Naquela ocasião, eles entoaram coros de “Fora Salles”, “Viva a natureza” e “Bolsonaro sai, Amazônia fica”. Porém, curiosamente, em 2023, quando os moradores da região amazônica sofrem com os efeitos das queimadas e Manaus, capital do Amazonas, fica encoberta por uma nuvem de fumaça, esses mesmos artistas permanecem em silêncio.
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A “comissão de frente” do protesto era formada por diversos nomes conhecidos, como Caetano Veloso, Maitê Proença, Antonio Pitanga, Criolo, o jornalista Glenn Greenwald e os então deputados federais Alessandro Molon, Marcelo Freixo, Jandira Feghali, Benedita da Silva e David Miranda. Além deles, também estavam presentes os atores Patrícia Pillar, Luisa Arraes, Maria Padilha, Mateus Solano, Patrycia Travassos, Caio Blat, Gregório Duvivier, Alinne Moraes, Paula Burlamaqui e Nanda Costa, entre outros.
No entanto, é alarmante a ausência de posicionamento desses artistas diante das queimadas que assolam a Amazônia em 2023. Enquanto em 2019 eles se manifestavam publicamente, exigindo a preservação da natureza e criticando o governo, agora permanecem calados diante de uma situação que afeta diretamente a saúde dos moradores da região e causa danos irreversíveis ao meio ambiente.
É importante ressaltar que artistas têm um alcance e uma influência significativa na sociedade. Suas vozes podem contribuir para ampliar a conscientização e a mobilização em prol de causas tão relevantes como o meio ambiente. Ao se manterem em silêncio diante de um problema tão grave como as queimadas na Amazônia, eles perdem a oportunidade de exercer esse impacto positivo e de usar sua visibilidade em benefício da preservação ambiental.
Eles utilizaram sua visibilidade para protestar contra a destruição da floresta em 2019, despertando a atenção de milhares de pessoas. Agora, espera-se que também exerçam seu papel de forma consistente, conscientizando e mobilizando a população em relação a esse desastre ambiental.
Redação AM POST*
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