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“A casa caiu no PT”, diz Sóstenes após operação da PF atingir Jaques Wagner

íder do PL na Câmara reage à inclusão do líder do governo Lula no Senado entre os alvos da 9ª fase da Operação Compliance Zero.

Por Jonas Souza

18/06/2026 às 15:34

Resumo 


O deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) afirmou que “a casa caiu no PT” após a Polícia Federal incluir o senador Jaques Wagner (PT-BA) entre os alvos da 9ª fase da Operação Compliance Zero. A investigação apura suspeitas de irregularidades envolvendo o Banco Master e possíveis articulações políticas em favor da instituição financeira.


Notícias do Brasil – A Polícia Federal realizou nesta quinta-feira (18) a 9ª fase da Operação Compliance Zero, investigação que apura um suposto esquema de fraudes no sistema financeiro brasileiro envolvendo o Banco Master. Entre os alvos da operação está o senador Jaques Wagner (PT-BA), atual líder do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Senado Federal.

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A inclusão do senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula no Senado, entre os alvos da 9ª fase da Operação Compliance Zero provocou forte reação da oposição nesta quinta-feira (18). O principal ataque partiu do líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), que associou a investigação diretamente ao Partido dos Trabalhadores e classificou a operação como um duro golpe político para a legenda.

Leia mais: Mendonça diz que custou a acreditar em suicídio de Sicário sob custódia da PF

Em publicação nas redes sociais, Sóstenes afirmou que “a casa caiu no quintal do PT” ao comentar a ação autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que apura um suposto esquema bilionário envolvendo o Banco Master.

O que disse Sóstenes sobre Jaques Wagner

A declaração do parlamentar foi feita poucas horas após a divulgação da nova fase da Operação Compliance Zero. Para o líder do PL, o fato de Jaques Wagner estar entre os investigados não seria uma coincidência. Segundo Sóstenes, a origem do Banco Master estaria ligada ao antigo programa Credcesta, que, por sua vez, teria relação com a privatização da rede estadual de supermercados Cesta do Povo, realizada durante a trajetória política de Wagner na Bahia. “O berço da fraude bilionária tem endereço petista”, afirmou o deputado ao comentar o avanço das investigações.

A fala reforça a estratégia da oposição de associar o caso ao governo federal e ao PT, ampliando a pressão política sobre uma das principais lideranças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Congresso Nacional.

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Por que Jaques Wagner é investigado

A nova fase da Operação Compliance Zero busca esclarecer possíveis relações entre agentes políticos e interesses do Banco Master. As suspeitas envolvendo Jaques Wagner surgiram após a análise de mensagens encontradas no celular do empresário Augusto Lima, ex-sócio do banqueiro Daniel Vorcaro.

Os investigadores tentam verificar se o senador atuou em favor de pautas defendidas pelo banco dentro do Congresso Nacional. Entre os temas analisados estão projetos relacionados à ampliação do crédito consignado e uma proposta que ficou conhecida nos bastidores políticos como “Emenda Master”.

Até o momento, não existe denúncia formal nem condenação contra Wagner.

Operação cumpre mandados em três estados

A 9ª fase da Operação Compliance Zero foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF. Ao todo, policiais federais cumprem 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal. Além de Jaques Wagner, Augusto Lima também figura entre os principais alvos da investigação.

A operação é um desdobramento das fases anteriores que investigam supostas fraudes no sistema financeiro nacional relacionadas ao Banco Master.

Caso aumenta pressão política sobre o governo

A repercussão da operação ocorre porque Jaques Wagner ocupa uma posição estratégica dentro da base governista. Como líder do governo no Senado, ele atua diretamente na articulação de votações consideradas prioritárias para o Palácio do Planalto. Embora a investigação ainda esteja em fase inicial em relação ao senador, a reação da oposição indica que o caso deve se tornar um dos principais temas do debate político nas próximas semanas.

Enquanto a Polícia Federal avança na análise dos materiais apreendidos, parlamentares governistas e oposicionistas acompanham os desdobramentos que podem ter impacto direto no ambiente político em Brasília.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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