Advogada suspeita de matar ex-sogro e idosa envenenados se dizia grávida e rejeitada
No domingo (17), Amanda foi até a residência do ex-sogro, onde ofereceu um café da manhã com biscoitos, pão de queijo, suco de uva e bolos no pote.

Foto: Divulgação/internet
A advogada Amanda Partata Mortoza foi presa pela Polícia Civil de Goiás, acusada de envenenar o ex-sogro e a sogra em um café da manhã. As vítimas, identificadas como Leonardo Pereira Alves, 58 anos, e Luzia Tereza Alves, 86 anos, morreram após consumirem alimentos contaminados durante o encontro com a suspeita.
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As investigações revelaram que Amanda teve um relacionamento íntimo com o filho de Leonardo por aproximadamente cinco meses. Após o término, o filho do casal passou a receber ameaças por meio de perfis falsos nas redes sociais, indicando que “mais tarde não poderia chorar o leite derramado”. A suspeita, por sua vez, realizou mais de 100 ligações para o ex-namorado.
O advogado da família das vítimas informou que Amanda alegou estar grávida, levando a uma reaproximação com a família do ex-namorado, que se comprometeu a assumir a paternidade da criança. No entanto, mesmo após o término do relacionamento amoroso, Amanda continuava frequentando a casa da família por conta da gestação.
No domingo (17), Amanda foi até a residência do ex-sogro, onde ofereceu um café da manhã com biscoitos, pão de queijo, suco de uva e bolos no pote. Três horas após a ingestão, tanto Leonardo quanto Luzia começaram a apresentar dores abdominais, vômitos e diarreia. Ambos foram internados, mas não resistiram, falecendo no mesmo dia.
Inicialmente, a família suspeitou de uma doceria local, mas essa linha de investigação foi descartada pela polícia. O motivo e a forma do envenenamento ainda não foram esclarecidos.
Amanda Mortoza já possui registros criminais em outros estados, incluindo Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. O delegado Carlos Alfama, responsável pela prisão, afirmou que a suspeita será indiciada por duplo homicídio por envenenamento.
Redação AM POST
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