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Aliados dizem que Bolsonaro é o único preso da história impedido até de escrever cartas e relembram que Lula tinha esse direito na cadeia

Decisão de Alexandre de Moraes suspendeu visitas de Flávio Bolsonaro por 90 dias ao pai.

Por AM POST

13/07/2026 às 18:48 - Atualizado em 13/07/2026 às 18:49

  • O ministro Alexandre de Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao ex-presidente Jair Bolsonaro e abriu questionamentos sobre a publicação de uma carta.
  • Aliados afirmam que Bolsonaro passou a ser o único preso impedido de divulgar correspondências, e comparam o caso ao de Lula, que teria escrito cartas e recebido muitas visitas enquanto preso.
  • A decisão teria sido motivada por um vídeo de Flávio lendo uma “carta aos brasileiros”, visto por Moraes como possível tentativa de burlar medida que proíbe o uso de redes sociais.
  • A defesa de Bolsonaro terá 48 horas para esclarecer se houve autorização/conhecimento sobre a divulgação pública da carta, enquanto a suspensão das visitas segue valendo.

Este resumo foi gerado automaticamente por inteligência artificial.

Notícias do Brasil – Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmam que ele passou a ser tratado de forma injusta após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que por ter escrito uma carta o penalizou suspendendo por por 90 dias as visitas do seu filho senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República. Segundo os bolsonaristas, o político é o único preso impedido de divulgar cartas, situação que, na avaliação deles, contrasta com o tratamento dado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quando esteve preso entre 2018 e 2019.

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Além da suspensão das visitas, Moraes concedeu prazo de 48 horas para que a defesa esclareça se Bolsonaro tinha conhecimento de que o documento seria divulgado publicamente.

O que motivou a decisão de Alexandre de Moraes?

A decisão foi tomada depois que Flávio Bolsonaro publicou um vídeo fazendo a leitura de uma “carta aos brasileiros” escrita pelo ex-presidente.

Na avaliação de Alexandre de Moraes, o episódio representou uma tentativa de burlar a medida cautelar que proíbe Jair Bolsonaro de utilizar redes sociais, direta ou indiretamente.

Por isso, além de suspender as visitas do senador, o ministro determinou que a defesa informe se o ex-presidente autorizou ou tinha conhecimento da divulgação pública da carta.

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Qual foi a comparação feita com Lula?

A reação de parlamentares bolsonaristas resgatou o período em que Luiz Inácio Lula da Silva esteve preso na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

Na época, Lula escreveu cartas que foram divulgadas publicamente e recebeu diversas visitas de aliados políticos.

O senador Sergio Moro (União-PR) afirmou que, durante o período de prisão, Lula recebeu 572 visitas, incluindo 21 encontros com Fernando Haddad, então candidato à Presidência da República.

Segundo Moro, os visitantes concediam entrevistas relatando as conversas mantidas com o petista.

Em 2018, durante a campanha eleitoral, o então ex-presidente Lula – que estava preso na Superintendência da PF – escreveu uma carta que foi lida em um ato de campanha de Fernando Haddad, candidato à Presidência na ocasião.

O que disse Sergio Moro?

Em publicação nas redes sociais, Moro criticou a decisão do STF e afirmou que nunca cogitou restringir visitas ou correspondências de Lula.

O senador também declarou que Bolsonaro “não tem assegurado o direito de correspondência previsto na lei para todo preso”, reforçando as críticas à decisão do Supremo.

O que argumenta a defesa de Flávio Bolsonaro?

A defesa do senador afirmou que a decisão viola garantias previstas na Constituição, na Lei de Execução Penal e no Estatuto da Advocacia.

Os advogados destacam que a legislação assegura aos presos:

  • O direito de receber visitas de familiares;
  • O direito de manter comunicação com o mundo exterior.

A defesa também sustenta que Flávio Bolsonaro atua como advogado do pai e, por isso, a proibição também afetaria a comunicação entre defensor e cliente.

O que acontece agora?

A defesa de Jair Bolsonaro terá prazo de 48 horas para responder aos questionamentos feitos por Alexandre de Moraes sobre a divulgação da carta.

Enquanto isso, permanece em vigor a decisão que suspende por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao ex-presidente.

Declaração de Transparência

Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.

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Gretchen Stipp

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