Aliança LGB rompe com movimento LGBTQIA+ e gera polêmica no Brasil
Grupo internacional critica inclusão de pautas de gênero e defende foco nas demandas de lésbicas, gays e bissexuais.
- (Foto: Divulgação)
Notícias do Brasil – A dissidência internacional Aliança LGB, formada por lésbicas, gays e bissexuais de 18 países, incluindo agora o Brasil, anunciou sua ruptura com o movimento LGBTQIA+.
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O grupo alega que as políticas de identidade de gênero desviaram a atenção das demandas centrais da comunidade LGB.
Fundada em 2019 no Reino Unido, a Aliança lançou seu manifesto internacional em setembro de 2025, criticando a inclusão da letra “T” (de transexuais) e outras pautas de gênero.
Segundo a Aliança, “ignorar a realidade biológica é negar a atração por pessoas do mesmo sexo”.
No Brasil, onde o movimento conta com cerca de 50 membros, essa posição gerou forte reações. Organizações como a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) consideraram a iniciativa como segregacionista e afirmaram que a luta deve ser unificada.
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As divisões internas estão colocando em xeque a solidariedade e a estratégia de luta pelo reconhecimento e proteção dos direitos humanos de todos os grupos dentro da comunidade LGBTQIA+. O futuro do ativismo pode depender da forma como essas questões serão abordadas.
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