Allan dos Santos diz que banco mantém chave PIX ativa de Moraes e denuncia por descumprir sanções dos EUA
Jornalista afirmou que enviou denúncia formal às autoridades americanas.
- Foto: reprodução
Notícias do Brasil – O jornalista brasileiro Allan dos Santos, exilado nos Estados Unidos desde 2021, voltou a provocar polêmica nesta segunda-feira (4), ao denunciar que a fintech brasileira QESH IP LTDA estaria violando as sanções impostas pelos Estados Unidos contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, conforme previsto pela Lei Magnitsky Global — legislação americana que prevê punições a indivíduos acusados de violar direitos humanos e praticar corrupção.
Segundo Allan, uma simples tentativa de transferência via PIX teria revelado que Moraes mantém uma chave ativa vinculada ao seu CPF na plataforma da QESH. A informação teria sido confirmada com um print do sistema de retorno, que identificou o destinatário da transação como “ALEXANDRE DE MORAES – QESH IP LTDA”.
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A denúncia ganhou repercussão nas redes sociais após Allan publicar capturas de tela em sua conta na rede X (antigo Twitter), onde afirmou que o caso demonstra “a falência moral e institucional” das autoridades brasileiras em relação ao cumprimento de sanções internacionais.
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“Print feito e preservado”, escreveu o jornalista.
Histórico da QESH: vazamento de dados e sanções do Banco Central
Segundo o jornalista, a QESH IP LTDA, com sede em Minas Gerais, já havia sido alvo de críticas no ano passado. Em setembro de 2024, a fintech enfrentou um grave vazamento de dados, comprometendo mais de 53 mil chaves PIX, segundo o próprio Banco Central, que classificou o episódio como “falha nos sistemas da instituição”.
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Na ocasião, o BC anunciou medidas sancionatórias contra a QESH, mas a empresa seguiu operando normalmente no sistema financeiro nacional. Agora, com a descoberta da chave PIX ativa em nome de Alexandre de Moraes, o escândalo ganha um novo e explosivo capítulo.
Acusações graves e denúncia internacional
Allan dos Santos afirmou que enviou uma denúncia formal às seguintes autoridades americanas: USTR (Escritório do Representante de Comércio dos EUA), OFAC (Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros) e Departamento de Estado dos EUA.
A denúncia, segundo ele, inclui não apenas o print da chave PIX ativa de Moraes, mas também documentos que registram o vazamento da QESH, fichas cadastrais dos sócios da fintech e um dossiê pessoal de Allan, se identificando como jornalista exilado e alvo de bloqueios de contas bancárias por perseguição política no Brasil.
Ele acredita que, diante do caso, os Estados Unidos poderão agir de forma rigorosa, determinando sanções à QESH, bloqueando seu acesso ao sistema bancário internacional e exigindo explicações do Banco Central do Brasil. Segundo Allan, o episódio representa “o início do colapso da rede de proteção financeira de Alexandre de Moraes”.
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