Alta do combustível pressiona aéreas e pode encarecer passagens, alerta associção das empresas aéreas
O aumento ocorre após uma sequência de reajustes recentes, intensificando a pressão financeira sobre as empresas aéreas que operam no país.
- Foto: Chalabala
Resumo
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas alertou para o forte impacto da alta no preço do querosene de aviação, que já representa cerca de 45% dos custos das companhias, pressionado por reajustes recentes e pela valorização do petróleo no mercado internacional.
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Notícias do Brasil – A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) divulgou nota nesta quarta-feira (1º) destacando o aumento expressivo no custo do querosene de aviação (QAV), principal insumo das companhias aéreas. Segundo a entidade, o combustível passou a representar cerca de 45% das despesas operacionais do setor — um salto significativo em relação aos cerca de 30% registrados anteriormente.
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O aumento ocorre após uma sequência de reajustes recentes, intensificando a pressão financeira sobre as empresas aéreas que operam no país.
Reajustes acumulados ampliam impacto nas companhias
De acordo com a Abear, o preço do QAV acumulou alta superior a 50% nas últimas semanas, somando reajustes recentes. A elevação foi impulsionada por novos aumentos aplicados pela Petrobras, que variam conforme a região e o modelo de comercialização.
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A entidade destaca que esse cenário torna ainda mais desafiadora a manutenção de preços competitivos no setor aéreo.
Paridade internacional agrava efeitos no Brasil
Mesmo com a maior parte do combustível sendo produzida internamente, o preço do querosene segue a lógica da paridade internacional. Isso significa que oscilações no valor do petróleo no exterior impactam diretamente o mercado brasileiro.
Com isso, fatores externos, como crises geopolíticas e variações cambiais, acabam influenciando diretamente os custos das companhias aéreas.
Conflitos internacionais elevam preço do petróleo
A recente alta no petróleo está ligada ao cenário de instabilidade no Oriente Médio, que elevou o preço do barril do tipo Brent — referência global. Em poucos dias, o valor saltou de cerca de US$ 70 para mais de US$ 100, refletindo diretamente no custo do combustível de aviação.
Esse movimento reforça o alerta do setor aéreo sobre a vulnerabilidade a choques externos e o impacto direto nas tarifas e na operação das empresas.
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Este conteúdo pode ter sido produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, utilizadas para auxiliar na pesquisa, organização e estruturação do texto. Todo o material é revisado, editado e validado pela equipe editorial do AM Post.
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