Aluna dá soco em professora e ameaça usar canivete para furar vítima em escola
Tudo começou após a professora impedir a aluna de sair da sala durante a aula.
- Foto: Reprodução
Notícias do Brasil – Um episódio de violência dentro da sala de aula chocou a comunidade escolar da Escola Estadual Raimundo Alencar Leão, em Guaraí, região Centro-Norte do Tocantins. A professora Andreia Valadares Pinto registrou um boletim de ocorrência após ser agredida e ameaçada por uma aluna enquanto dava aula na última quinta-feira (2).
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De acordo com o registro policial, a agressão começou quando a professora tentou impedir que a estudante saísse da sala sem autorização. Em resposta, a aluna desferiu um soco no braço da docente e a empurrou. A situação se agravou fora da sala de aula, quando a aluna ainda ameaçou uma servidora da escola, afirmando que “iria furar a professora com um canivete”.
A professora relatou que a estudante costuma apresentar comportamentos agressivos, principalmente contra colegas do sexo masculino. Abalada com o episódio, Andreia está em estado de choque e, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet), está sem condições emocionais de retornar à sala de aula.
Em nota, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que a aluna já vinha sendo acompanhada pela Equipe Multidisciplinar da unidade e que, até então, não havia registros de agressões contra professores. A estudante reside em uma Casa de Acolhimento Institucional devido à sua condição de vulnerabilidade social e emocional.
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O caso foi encaminhado ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), onde a adolescente deve receber atendimento especializado. A Seduc afirmou ainda que está prestando apoio à professora por meio da equipe gestora e multidisciplinar da escola, buscando uma solução que promova o acolhimento e o diálogo entre as partes.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) do Tocantins informou que a adolescente é multirreincidente em ocorrências de agressão e que o caso está sendo investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher e Vulneráveis de Guaraí. Por envolver uma menor de idade, o processo corre sob segredo de justiça.
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